“NoEsquadro” com novo visual

Prezados leitores, em busca de melhoria contínua e para uma melhor gestão e disposição do grande volume de artigos que temos disponível, o blog recentemente ganhou um novo layout.

Algumas coisas ainda precisam ser feitas, mas gostaríamos de contar desde já com suas críticas e sugestões, as quais podem ser enviadas pela ferramenta de comentários ou por e-mail: kennyoismail@noesquadro.com.br

Relação Histórica entre DeMolay & Real Arco

Relação Histórica entre DeMolay & Real Arco

Esse cartaz conta a histórica relação entre a Ordem DeMolay e o Real Arco, cujo elo inicial estava no fundador da Ordem DeMolay, Frank Sherman Land, um Maçom do Real Arco. Essa história completou um século no ano passado, o que foi comemorado no Brasil por meio de convênio firmado entre o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, ligado ao General Grand Chapter International, e o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil, ligado ao DeMolay International.

Texto: Kennyo Ismail

Arte Final: João Guilherme

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Se preferir, faça o download da imagem em alta resolução.

 

 

“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

Em um post anterior foi divulgado o lançamento do livro “Desmistificando a Maçonaria“, cuja proposta é de oferecer literatura maçônica de qualidade, num formato que oferece uma leitura fácil, agradável e barata, e que alcance os irmãos não somente das grandes cidades, mas também das pequenas, desprovidas de grandes livrarias.

Essa estratégia tem dado certo e muitos irmãos têm comentado sobre as mais rotineiras situações em que encontraram o livro. Segue alguns desses casos:

Yves Augusto, Mestre Maçom do GOB-SC, achou o livro ao visitar a banca de revistas de um supermercado em que estava fazendo compras, no dia 04 de Novembro, em Joinville – SC.

Nihad Bassis, Mestre Maçom da GLMDF, comprou o livro no dia 18 de Novembro, na Laselva do Aeroporto de Congonhas, ao aguardar uma conexão voltando de Porto Alegre para Brasília, após um congresso maçônico na capital gaúcha.

Antônio Jaimar, Mestre Maçom da GLMERR, adquiriu o livro na Farmácia Megafarma, na tarde do dia 24 de Novembro, na cidade de Boa Vista – RR, enquanto comprava um medicamento.

Denyson Lima, Mestre Maçom do GOIRJ, encontrou o livro no dia 27 de Novembro, em uma banca em frente ao restaurante onde almoçava com um grupo de Irmãos, com os quais, coincidentemente, ele reclamava que ainda não havia encontrado o livro.

Rafhael Guimarães, Mestre Maçom da GLMEES, comprou o livro numa banca de revistas, na praça principal de Cachoeiro de Itapemirim – ES, no dia 01 de Dezembro. Ele havia ido à banca após o almoço para comprar um picolé e viu o livro.

Max Stabile, Mestre Maçom do GOB-DF, achou o livro na revistaria de um shopping center de Campo Grande – MS, no dia 23 de Dezembro, enquanto procurava presentes de Natal para a família.

Como se pode ver, muitos Irmãos têm tido sucesso em encontrar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, seja numa farmácia, supermercado, praça ou aeroporto. É a literatura maçônica saindo das prateleiras convencionais das livrarias de Shopping Centers e estando cada vez mais perto do maçom.

“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

Livro: “Desmistificando a Maçonaria”, de Kennyo Ismail

Acabo de lançar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, pela editora Universo dos Livros. A proposta do livro é fornecer literatura maçônica de qualidade, numa linguagem acessível e num formato que proporcione leitura fácil e interessante.

Conforme já abordado em outro texto do blog, apenas 28% dos municípios brasileiros possuem livrarias, o que faz com que a literatura maçônica não esteja disponível a uma grande parcela dos maçons brasileiros, concentrada no interior do país. Pensando nisso, o livro está sendo comercializado também em bancas de jornais e revistas, alcançando assim esses municípios desprovidos de livrarias, mas que não deixam de ter a luz da Maçonaria brilhando em seus solos, por meio de nossas Lojas. Essa maior capilaridade proporcionou uma economia de escala que reflete num preço final mais barato para o consumidor.

O livro busca desmistificar símbolos, conceitos, termos e fatos históricos envolvendo a Maçonaria, tendo muito de seu conteúdo feito com base nos estudos e textos publicados aqui no blog. A obra conta ainda com algumas ilustrações do Irmão João Guilherme da Cruz Ribeiro. Espero que gostem.

CONVÊNIO DeMOLAY & REAL ARCO

CONVÊNIO DeMOLAY & REAL ARCO

No dia 29 de Setembro foi assinado no Rio de Janeiro um convênio entre o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil – SGCMRAB e o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para  República Federativa do Brasil – SCODRFB que aproxima os laços entre as duas instituições. Ambos são ligados aos seus respectivos Corpos Internacionais, sendo as únicas organizações reconhecidas pela comunidade maçônica internacional para administrar seus segmentos no Brasil. Ederson Velasquez, Grande Mestre do SCODRFB, e Paulo Roberto Curi, Grande Secretário do Real Arco, firmaram a parceria que cria um fundo de apoio financeiro no Real Arco para investimentos na Ordem DeMolay.

A relação entre o Real Arco e a Ordem DeMolay é antiga, existente desde a criação da Ordem DeMolay por Frank Sherman Land, um Maçom do Real Arco, que contou com o apoio do Real Arco Internacional para a consolidação da Ordem DeMolay. Além disso, Frank Marshall utilizou a estrutura ritualística do Rito de York como base para a criação dos Rituais da Ordem DeMolay.

O acordo determina que parte das taxas pagas ao Real Arco por Mestres Maçons envolvidos com a Ordem DeMolay seja revertida em patrocínio de projetos da Ordem DeMolay, como uma forma de incentivar esses Mestres Maçons, muitos deles Seniores DeMolays, a ingressar no Real Arco.

O fundo a ser criado será administrado por uma comissão formada por membros da Ordem DeMolay que são Maçons do Real Arco. A comissão apresentará relatórios periódicos sobre a evolução do fundo às lideranças de ambas as instituições.

Esse ato histórico torna a Família Maçônica Brasileira ainda mais unida. Parabéns ao Real Arco e à Ordem DeMolay.

Fonte: http://www.demolaybrasil.org.br 

NEIL ARMSTRONG, MAÇOM? DeMOLAY?

NEIL ARMSTRONG, MAÇOM? DeMOLAY?

No ultimo dia 25 de Agosto, o astronauta Neil Armstrong, considerado herói nacional nos EUA por ter sido o primeiro homem a pisar na lua, faleceu aos 82 anos de idade. Muitas vezes apontado como maçom e DeMolay em vários sites, não demorou para que a notícia de sua morte corresse no meio maçônico e DeMolay com o pesar da perda de um irmão.

A Maçonaria e a Ordem DeMolay tiveram e têm em seus quadros diversos heróis, exemplos e líderes, mas, infelizmente, Neil Armstrong não era um deles. Talvez a confusão se devesse inicialmente por conta de seu pai, também chamado Neil Armstrong, que era maçom ativo na Grande Loja de Ohio.

Se Neil Armstrong fosse um Sênior DeMolay, seria lógico que seu nome constasse no Hall da Fama DeMolay, que homenageia os DeMolays famosos, ou que se soubesse o Capítulo em que foi iniciado, o que não é o caso. A instituição que Armstrong participou em sua adolescência, e fez questão de manter contato em sua vida adulta, foram os Escoteiros. Para se ter uma ideia de seu carinho e envolvimento com a instituição, Neil Armstrong chegou a mandar recado aos escoteiros durante o voo de ida para a Lua. Armstrong participou sim de Fraternidades, mas foram a “Phi Delta Theta” e a “Kappa Kappa Psi”, fraternidades estudantis, durante seu período na faculdade.

Já seu companheiro de missão, Buzz Aldrin, que também desceu do módulo de comando e pisou na Lua, era um maçom participativo: membro da Grande Loja de New Jersey, Grau 33 do Rito Escocês, Cavaleiro Templário do Rito de York e um Shriner. Ele chegou a levar uma bandeira do Supremo Conselho do Rito Escocês da Jurisdição Sul dos Estados Unidos consigo na viagem para a Lua, trazendo-a de volta e presenteando o Supremo Conselho com a mesma.

Apesar de Neil Armstrong não ter sido um maçom, a NASA sempre esteve repleta de maçons, entre astronautas e dirigentes. Nada mais justo, afinal de contas, todo maçom tem uma queda pela abóboda celeste!

Obs.: Texto em atendimento à dúvida do Ir.´. Juliano Francisco Martinho.