“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

Em um post anterior foi divulgado o lançamento do livro “Desmistificando a Maçonaria“, cuja proposta é de oferecer literatura maçônica de qualidade, num formato que oferece uma leitura fácil, agradável e barata, e que alcance os irmãos não somente das grandes cidades, mas também das pequenas, desprovidas de grandes livrarias.

Essa estratégia tem dado certo e muitos irmãos têm comentado sobre as mais rotineiras situações em que encontraram o livro. Segue alguns desses casos:

Yves Augusto, Mestre Maçom do GOB-SC, achou o livro ao visitar a banca de revistas de um supermercado em que estava fazendo compras, no dia 04 de Novembro, em Joinville – SC.

Nihad Bassis, Mestre Maçom da GLMDF, comprou o livro no dia 18 de Novembro, na Laselva do Aeroporto de Congonhas, ao aguardar uma conexão voltando de Porto Alegre para Brasília, após um congresso maçônico na capital gaúcha.

Antônio Jaimar, Mestre Maçom da GLMERR, adquiriu o livro na Farmácia Megafarma, na tarde do dia 24 de Novembro, na cidade de Boa Vista – RR, enquanto comprava um medicamento.

Denyson Lima, Mestre Maçom do GOIRJ, encontrou o livro no dia 27 de Novembro, em uma banca em frente ao restaurante onde almoçava com um grupo de Irmãos, com os quais, coincidentemente, ele reclamava que ainda não havia encontrado o livro.

Rafhael Guimarães, Mestre Maçom da GLMEES, comprou o livro numa banca de revistas, na praça principal de Cachoeiro de Itapemirim – ES, no dia 01 de Dezembro. Ele havia ido à banca após o almoço para comprar um picolé e viu o livro.

Max Stabile, Mestre Maçom do GOB-DF, achou o livro na revistaria de um shopping center de Campo Grande – MS, no dia 23 de Dezembro, enquanto procurava presentes de Natal para a família.

Como se pode ver, muitos Irmãos têm tido sucesso em encontrar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, seja numa farmácia, supermercado, praça ou aeroporto. É a literatura maçônica saindo das prateleiras convencionais das livrarias de Shopping Centers e estando cada vez mais perto do maçom.

“Desmistificando a Maçonaria”: uma proposta que está dando certo!

Livro: “Desmistificando a Maçonaria”, de Kennyo Ismail

Acabo de lançar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, pela editora Universo dos Livros. A proposta do livro é fornecer literatura maçônica de qualidade, numa linguagem acessível e num formato que proporcione leitura fácil e interessante.

Conforme já abordado em outro texto do blog, apenas 28% dos municípios brasileiros possuem livrarias, o que faz com que a literatura maçônica não esteja disponível a uma grande parcela dos maçons brasileiros, concentrada no interior do país. Pensando nisso, o livro está sendo comercializado também em bancas de jornais e revistas, alcançando assim esses municípios desprovidos de livrarias, mas que não deixam de ter a luz da Maçonaria brilhando em seus solos, por meio de nossas Lojas. Essa maior capilaridade proporcionou uma economia de escala que reflete num preço final mais barato para o consumidor.

O livro busca desmistificar símbolos, conceitos, termos e fatos históricos envolvendo a Maçonaria, tendo muito de seu conteúdo feito com base nos estudos e textos publicados aqui no blog. A obra conta ainda com algumas ilustrações do Irmão João Guilherme da Cruz Ribeiro. Espero que gostem.

CONVÊNIO DeMOLAY & REAL ARCO

CONVÊNIO DeMOLAY & REAL ARCO

No dia 29 de Setembro foi assinado no Rio de Janeiro um convênio entre o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil – SGCMRAB e o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para  República Federativa do Brasil – SCODRFB que aproxima os laços entre as duas instituições. Ambos são ligados aos seus respectivos Corpos Internacionais, sendo as únicas organizações reconhecidas pela comunidade maçônica internacional para administrar seus segmentos no Brasil. Ederson Velasquez, Grande Mestre do SCODRFB, e Paulo Roberto Curi, Grande Secretário do Real Arco, firmaram a parceria que cria um fundo de apoio financeiro no Real Arco para investimentos na Ordem DeMolay.

A relação entre o Real Arco e a Ordem DeMolay é antiga, existente desde a criação da Ordem DeMolay por Frank Sherman Land, um Maçom do Real Arco, que contou com o apoio do Real Arco Internacional para a consolidação da Ordem DeMolay. Além disso, Frank Marshall utilizou a estrutura ritualística do Rito de York como base para a criação dos Rituais da Ordem DeMolay.

O acordo determina que parte das taxas pagas ao Real Arco por Mestres Maçons envolvidos com a Ordem DeMolay seja revertida em patrocínio de projetos da Ordem DeMolay, como uma forma de incentivar esses Mestres Maçons, muitos deles Seniores DeMolays, a ingressar no Real Arco.

O fundo a ser criado será administrado por uma comissão formada por membros da Ordem DeMolay que são Maçons do Real Arco. A comissão apresentará relatórios periódicos sobre a evolução do fundo às lideranças de ambas as instituições.

Esse ato histórico torna a Família Maçônica Brasileira ainda mais unida. Parabéns ao Real Arco e à Ordem DeMolay.

Fonte: http://www.demolaybrasil.org.br 

NEIL ARMSTRONG, MAÇOM? DeMOLAY?

NEIL ARMSTRONG, MAÇOM? DeMOLAY?

No ultimo dia 25 de Agosto, o astronauta Neil Armstrong, considerado herói nacional nos EUA por ter sido o primeiro homem a pisar na lua, faleceu aos 82 anos de idade. Muitas vezes apontado como maçom e DeMolay em vários sites, não demorou para que a notícia de sua morte corresse no meio maçônico e DeMolay com o pesar da perda de um irmão.

A Maçonaria e a Ordem DeMolay tiveram e têm em seus quadros diversos heróis, exemplos e líderes, mas, infelizmente, Neil Armstrong não era um deles. Talvez a confusão se devesse inicialmente por conta de seu pai, também chamado Neil Armstrong, que era maçom ativo na Grande Loja de Ohio.

Se Neil Armstrong fosse um Sênior DeMolay, seria lógico que seu nome constasse no Hall da Fama DeMolay, que homenageia os DeMolays famosos, ou que se soubesse o Capítulo em que foi iniciado, o que não é o caso. A instituição que Armstrong participou em sua adolescência, e fez questão de manter contato em sua vida adulta, foram os Escoteiros. Para se ter uma ideia de seu carinho e envolvimento com a instituição, Neil Armstrong chegou a mandar recado aos escoteiros durante o voo de ida para a Lua. Armstrong participou sim de Fraternidades, mas foram a “Phi Delta Theta” e a “Kappa Kappa Psi”, fraternidades estudantis, durante seu período na faculdade.

Já seu companheiro de missão, Buzz Aldrin, que também desceu do módulo de comando e pisou na Lua, era um maçom participativo: membro da Grande Loja de New Jersey, Grau 33 do Rito Escocês, Cavaleiro Templário do Rito de York e um Shriner. Ele chegou a levar uma bandeira do Supremo Conselho do Rito Escocês da Jurisdição Sul dos Estados Unidos consigo na viagem para a Lua, trazendo-a de volta e presenteando o Supremo Conselho com a mesma.

Apesar de Neil Armstrong não ter sido um maçom, a NASA sempre esteve repleta de maçons, entre astronautas e dirigentes. Nada mais justo, afinal de contas, todo maçom tem uma queda pela abóboda celeste!

Obs.: Texto em atendimento à dúvida do Ir.´. Juliano Francisco Martinho.

1a. Cúpula Sul-Americana dos Shriners

1a. Cúpula Sul-Americana dos Shriners

Algumas das maiores autoridades do Shriners International e do ALMAS Shriners, de Washington, DC, se reuniram em Brasília nos dias 01, 02 e 03 de Junho, na sede da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, com os membros dos Clubes Shriners de RS, SP, MT, ES, DF e do Uruguai na 1ª Cúpula Sul-americana dos Shriners.

Sob a hospitalidade do Clube ALMAS Brasília, liderado por Nihad Bassis, e sob a presidência do Ilustre Potentado do ALMAS Shriners, Ricardo Rodriguez, os clubes brasileiros e uruguaio apresentaram o resultado de seus trabalhos no último ano e seus projetos em benefício da saúde das crianças mais necessitadas. Já o Shriners International apresentou seu plano de expansão para a América do Sul e disponibilizou os atuais 22 Hospitais Shriners para o atendimento das crianças indicadas pelos clubes brasileiros e intercâmbio de médicos e demais profissionais de saúde.

O “Hospitais Shriners para Crianças” é considerado o maior projeto filantrópico do mundo, sendo conduzido por Mestres Maçons que são Shriners em diferentes países. O Brasil já iniciou diálogo para, dentro de alguns anos, sediar mais um dos Hospitais Shriners, o que beneficiará milhares de crianças Sul-Americanas.

O evento teve seu ápice com o ingresso de novos membros para o Clube ALMAS Brasília, que sediava o evento, com a nomeação do Nobre Nihad Bassis para uma assessoria internacional do ALMAS Shriners de Washington, DC, e com a permissão para o funcionamento de mais um novo Clube Shriners no Uruguai.

Para conhecer um pouco mais sobre os Shriners, acesse: http://www.shrinersinternational.org/

UMA STRIPPER NA MAÇONARIA???

Um vídeo tem se multiplicado na internet com imagens onde se vê uma mulher dançando em Loja Maçônica. Uma das versões que foi publicada com título em inglês é “Freemason “Ritual” Leaked Footage“, e há uma com o título em português: “Ritual Maçom c/ Sacerdotizas Stripers”.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6Yby4eTBEH0[/youtube]

As imagens têm colaborado para alimentar o fervor de fanáticos que postam comentários nos vídeos, acusando a Maçonaria de rituais satânicos de cunho sexual, e chamando a dançarina de “escrava sexual sacrificial” dos maçons, ou mesmo de “sacerdotisa” de rituais sexuais.

Porém, qualquer ser humano que utilizar um pouco de sua racionalidade ao assistir o vídeo, verá o quão absurda são essas interpretações.:

Os senhores que aparecem no vídeo não estão de avental, acessório cujo uso é obrigatório nos trabalhos em Loja Maçônica. Logo, não se trata de uma reunião ritualística, de uma cerimônia propriamente maçônica. Talvez uma reunião administrativa, pública, um seminário ou algo do gênero.

Veja também que os homens presentes não estão demonstrando qualquer prazer ou entusiasmo durante a apresentação, assistindo-a de forma respeitosa. Isso porque não se trata de uma stripper, como o título de alguns vídeos sugere, pois a mulher em momento algum tira a roupa. Trata-se de chair-dance, que, assim como pole-dance, é considerado e reconhecido como um exercício físico, um tipo de ginástica, não sexual e sim sensual. Para se ter uma ideia, há inclusive uma tentativa de transformar o pole-dance em modalidade olímpica.

Além disso, observe que nos primeiros segundos do vídeo aparece a imagem de outras mulheres, com outro tipo de vestimenta, realizando outro tipo de dança.

Logo, creio que o que se vê é uma apresentação de chair-dance em um evento aberto onde inclusive outros estilos de dança foram apresentados em uma Loja Maçônica. Algo que foi, de forma mal intencionada, totalmente retirado do seu contexto original, e divulgado como se os maçons fossem monstros satanistas que possuem escravas sexuais para sacrifícios.

Essas pessoas que divulgam esse vídeo e fazem tais comentários absurdos parecem não se importar com o fato de que acusam os homens e mulheres que aparecem no vídeo das piores coisas possíveis, esquecendo-se dos princípios de amor ao próximo, lei maior da fé que dizem professar.