por Kennyo Ismail | dez 18, 2012 | Notícias
Em um post anterior foi divulgado o lançamento do livro “Desmistificando a Maçonaria“, cuja proposta é de oferecer literatura maçônica de qualidade, num formato que oferece uma leitura fácil, agradável e barata, e que alcance os irmãos não somente das grandes cidades, mas também das pequenas, desprovidas de grandes livrarias.
Essa estratégia tem dado certo e muitos irmãos têm comentado sobre as mais rotineiras situações em que encontraram o livro. Segue alguns desses casos:
Yves Augusto, Mestre Maçom do GOB-SC, achou o livro ao visitar a banca de revistas de um supermercado em que estava fazendo compras, no dia 04 de Novembro, em Joinville – SC.
Nihad Bassis, Mestre Maçom da GLMDF, comprou o livro no dia 18 de Novembro, na Laselva do Aeroporto de Congonhas, ao aguardar uma conexão voltando de Porto Alegre para Brasília, após um congresso maçônico na capital gaúcha.
Antônio Jaimar, Mestre Maçom da GLMERR, adquiriu o livro na Farmácia Megafarma, na tarde do dia 24 de Novembro, na cidade de Boa Vista – RR, enquanto comprava um medicamento.
Denyson Lima, Mestre Maçom do GOIRJ, encontrou o livro no dia 27 de Novembro, em uma banca em frente ao restaurante onde almoçava com um grupo de Irmãos, com os quais, coincidentemente, ele reclamava que ainda não havia encontrado o livro.
Rafhael Guimarães, Mestre Maçom da GLMEES, comprou o livro numa banca de revistas, na praça principal de Cachoeiro de Itapemirim – ES, no dia 01 de Dezembro. Ele havia ido à banca após o almoço para comprar um picolé e viu o livro.
Max Stabile, Mestre Maçom do GOB-DF, achou o livro na revistaria de um shopping center de Campo Grande – MS, no dia 23 de Dezembro, enquanto procurava presentes de Natal para a família.
Como se pode ver, muitos Irmãos têm tido sucesso em encontrar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, seja numa farmácia, supermercado, praça ou aeroporto. É a literatura maçônica saindo das prateleiras convencionais das livrarias de Shopping Centers e estando cada vez mais perto do maçom.
por Kennyo Ismail | dez 7, 2012 | Conceitos
O que é a Maçonaria? Essa pergunta tem sido feita por diferentes pessoas e instituições, em diferentes situações, das mais diferentes épocas e lugares. E, por sinal, as respostas também têm sido das mais diversas.
A literatura maçônica nos fornece as mais distintas definições do que é a Maçonaria, não havendo uma que possa ser considerada a versão oficial da instituição ou mesmo que descreva satisfatoriamente o que realmente é a Maçonaria, o que torna desafiadora a missão de defini-la.
A definição mais comum de Maçonaria em uso em todo o mundo é a de que Maçonaria é “um belo sistema de moralidade velado em alegoria e ilustrado por símbolos”. O que poucos parecem saber é que essa definição é derivada de outra, de autoria do sábio William Preston (1772), que considerou a Maçonaria “um sistema regular de moralidade, concebido em uma tensão de interessantes alegorias, que desdobra suas belezas ao requerente sincero e trabalhador”.
Porém, uma respeitada enciclopédia maçônica, a Coil’s Masonic Encyclopedia (1961), apresenta duas definições que colaboram para uma visão mais realista da Maçonaria. A primeira apresenta uma definição construída com uma base mais funcionalista:
A Maçonaria é uma ordem fraternal de homens ligados por juramento; decorrente da fraternidade medieval de maçons operativos, aderindo a muitas de suas antigas regras, leis, costumes e lendas, leais ao governo civil em que ela existe; que inculca as virtudes morais e sociais pela aplicação simbólica dos instrumentos de trabalho dos pedreiros e por alegorias, instruções e obrigações; cujos membros são obrigados a respeitar os princípios de amor fraternal, igualdade, ajuda mútua e assistência, sigilo e confiança; têm modos secretos de reconhecimento de para com outro, como maçons, quando viajando pelo mundo, e se encontram em Lojas, cada uma governada autocraticamente por um Mestre, assistido por Vigilantes, onde peticionários, após investigação particular em suas qualificações mentais, morais e físicas, são formalmente admitidos na Sociedade em cerimônias secretas baseadas em parte em velhas lendas da Arte Maçônica (Coil’s Masonic Encyclopedia, COIL & BROWN, 1961, p. 158).
Nada de errado com tal definição, que deixa clara a origem e o funcionamento da Maçonaria Especulativa. Porém, tal definição não alcança as questões que geralmente motivam tal pergunta, ou seja, quais os objetivos e finalidade da Maçonaria e o que ela defende (ou talvez ataca). Essa segunda definição, retirada da mesma enciclopédia, apresenta essa visão mais filosófica da instituição:
Maçonaria, em seu sentido mais amplo e abrangente, é um sistema de moralidade e ética social, e uma filosofia de vida, de caráter simples e fundamental, incorporando um humanitarismo amplo e, embora tratando a vida como uma experiência prática, subordina o material ao espiritual; é moral, mas não farisaica; exige sanidade em vez de santidade; é tolerante, mas não indiferente; busca a verdade, mas não define a verdade; incentiva seus adeptos a pensar, mas não diz a eles o que pensar; que despreza a ignorância, mas não reprova o ignorante; que promove a educação, mas não propõe nenhum currículo; ela abraça a liberdade política e de dignidade do homem, mas não tem plataforma ou propaganda; acredita na nobreza e utilidade da vida; é modesta e não militante; que é moderada, universal, e liberal quanto a permitir que cada indivíduo forme e expresse sua própria opinião, mesmo sobre o que a Maçonaria é, ou deveria ser, e convida-o a melhorá-la, se puder (Coil’s Masonic Encyclopedia, COIL & BROWN, 1961, p. 159).
Essa última definição expõe claramente os atributos que alicerçam a Sublime Ordem Maçônica, ao apresentar a Maçonaria como um sistema de moralidade e de ética social, tolerante, que busca a verdade, incentiva a reflexão e defende a liberdade. Entretanto, o mais importante está registrado no final de tal conceito, ao declarar que a Maçonaria, enquanto organização, não é imutável, estando aberta ao desenvolvimento. Agora, cabe a cada um de nós, maçons, darmos a nossa contribuição.
por Kennyo Ismail | nov 12, 2012 | Notícias
Acabo de lançar o livro “Desmistificando a Maçonaria”, pela editora Universo dos Livros. A proposta do livro é fornecer literatura maçônica de qualidade, numa linguagem acessível e num formato que proporcione leitura fácil e interessante.
Conforme já abordado em outro texto do blog, apenas 28% dos municípios brasileiros possuem livrarias, o que faz com que a literatura maçônica não esteja disponível a uma grande parcela dos maçons brasileiros, concentrada no interior do país. Pensando nisso, o livro está sendo comercializado também em bancas de jornais e revistas, alcançando assim esses municípios desprovidos de livrarias, mas que não deixam de ter a luz da Maçonaria brilhando em seus solos, por meio de nossas Lojas. Essa maior capilaridade proporcionou uma economia de escala que reflete num preço final mais barato para o consumidor.
O livro busca desmistificar símbolos, conceitos, termos e fatos históricos envolvendo a Maçonaria, tendo muito de seu conteúdo feito com base nos estudos e textos publicados aqui no blog. A obra conta ainda com algumas ilustrações do Irmão João Guilherme da Cruz Ribeiro. Espero que gostem.
por Kennyo Ismail | out 29, 2012 | Rito Escocês
Maçonaria sem ritual é Maçonaria? O Rito Escocês nos EUA diz que sim.
Para compreender a origem e as razões do “elevador maçônico” ter sido institucionalizado no Rito Escocês dos EUA, acesse este link e entenda seu impacto na Maçonaria atual.
por Kennyo Ismail | out 16, 2012 | Maçonaria no mundo
Quer saber detalhes da Maçonaria nos cinco continentes? Ver o ranking dos países com maior quantidade de Lojas e membros? Saber a posição que o Brasil ocupa entre os demais países? Então acesse: