Donald Trump NÃO é maçom

Donald Trump NÃO é maçom

Donald Trump não é maçom, assim como Obama também não é.

Isso aí nem mesmo é um avental! Preste atenção… É apenas um grande envelope.

É apenas mais um caso similar à marca do Gmail. Muitos irmãos enxergam tanto a Maçonaria onde não há, que às vezes acabam por não enxergar nela mesma.

UM CLONE PARA DEUS disponível em novos canais de vendas

UM CLONE PARA DEUS disponível em novos canais de vendas

Lançado em setembro de 2017, o primeiro volume de uma trilogia, “UM CLONE PARA DEUS: O Caos sobre a Ordem” é um thriller de ficção e aventura que tem como cenário inicial a comemoração do centenário da Ordem DeMolay, fraternidade juvenil patrocinada pela Maçonaria e que completará seus 100 anos em março de 2019. Em seu enredo, temas como clonagem, DeMolay, Maçonaria, Templários e crime organizado se cruzam em meio a invasões, sequestros, lutas e perseguições, num ritmo de tirar o fôlego.

Numa narrativa repleta de humor, suspense, tensão e adrenalina, o autor consegue levar o leitor a interessantes locais turísticos espalhados pelo mundo, enquanto dá pequenas aulas de história, linguística e filosofia, ocultas em diálogos interessantíssimos entre personagens muito bem caracterizados e com os quais chega a ser impossível não se conectar.
Leitura recomendada não apenas aos amantes de teorias da conspiração ou das ordens DeMolay e Maçônica, mas a todos os interessados numa excelente obra de ficção!

 

Agora você encontra o livro, impresso e digital, na loja virtual da Livraria Cultura (clique aqui), na loja virtual da Saraiva (clique aqui),  no DeMolayShop (clique aqui) e em várias outras livrarias físicas e virtuais. Você também pode adquirir o e-book, versão para kindle, na Amazon (clicando aqui). E em Portugal, recomendo a aquisição do livro via loja virtual da Chiado Editora (clique aqui).

UPGRADE: a divisão DeMolay e sua unificação

UPGRADE: a divisão DeMolay e sua unificação

Apenas algumas horas após a divulgação do último artigo, no dia 18 de maio, no qual Thiago Rijo expõe as diversas tentativas frustradas de unificação realizadas desde 2004, o SCODB divulgou uma nova proposta de unificação endereçada ao SCODRFB (clique aqui para ver a proposta). A proposta foi utilizada no dia seguinte, 19 de maio, para tentar adiar a decisão do GOMG – Grande Oriente de Minas Gerais, atualmente a Obediência que mais patrocina capítulos do SCODB, de retirar seu apoio ao SCODB e passar a reconhecer apenas o SCODRFB, como ocorreu nos outros Grandes Orientes confederados à COMAB. Entretanto, a decisão favorável ao SCODRFB foi aprovada e será publicada no próximo boletim oficial daquela Obediência, passando a valer a partir de sua publicação.

A nova proposta do SCODB também foi enviada ao DeMolay International, que respondeu, no dia 20 de maio, que apenas reconhece o SCODRFB como autoridade sobre a Ordem DeMolay no Brasil e, por isso, qualquer comunicação do SCODB deve ser feita apenas ao SCODRFB.

O SCODRFB confirmou o recebimento da proposta, cujas exigências estão sendo analisadas.

Espero que o processo de unificação não seja interrompido até que se logre êxito, resultando em uma Ordem DeMolay unida e harmônica no Brasil.

A DIVISÃO DeMOLAY E SUA UNIFICAÇÃO

A DIVISÃO DeMOLAY E SUA UNIFICAÇÃO

No meu livro, História da Maçonaria Brasileira para Adultos, faço breve explanação sobre a Ordem DeMolay e sua divisão em território brasileiro desde 2004. Como não era o objetivo geral da obra, não me prolonguei naquelas páginas a detalhar tal divisão e as diversas tentativas de unificação que têm ocorrido nos últimos 14 anos. Apenas tomei o devido cuidado de evitar juízos de valores, em respeito aos irmãos envolvidos.

Para mim é uma questão simples. Como todos sabem, há centenas de obediências maçônicas irregulares e/ou não reconhecidas em funcionamento no Brasil. Em todos esses anos de blog, nunca dediquei-me a atacar qualquer uma delas, em respeito às opiniões dos irmãos que optaram por seguir esses caminhos. Mas nas ordens maçônicas e paramaçônicas que participo, busco sempre respeitar dois princípios: regularidade e reconhecimento internacional.

Assim, entendo que, se me preocupo em ser membro de uma obediência simbólica regular e reconhecida, não é coerente participar de um REAA irregular ou não reconhecido, ou de um Real Arco ou mesmo de um DeMolay nessas condições. Eles podem estar cheios de bons irmãos, fazerem um belo trabalho, terem suas razões para existir, mas é uma questão de coerência para mim. De toda forma, continuo respeitando cada irmão que pensa e age diferente nesse sentido, assim como espero deles o mesmo respeito.

No entanto, muitos são os irmãos que me perguntam sobre o assunto, após escutarem conversas truncadas e histórias distorcidas de um ou outro lado sobre a divisão e as diversas tentativas frustradas de unificação da Ordem DeMolay brasileira. Às vezes chega a ser engraçado, porque temos irmãos maçons que se mostram indignados com a dificuldade de unificação da Ordem DeMolay, mas não aceitam nem que se fale em unificação da Maçonaria perto deles. “Reparas no cisco do olho do teu irmão, mas não percebes a viga que está em teu próprio olho”. Questão de coerência.

Então, hoje, recebi um artigo do Irmão Thiago Rijo sobre esse tema, com uma exposição de fatos muito bem concatenada e alicerçada em dezenas de documentos disponíveis por link ao longo do texto, que, por sinal, está muito bem escrito, numa linguagem livre do jurisdiquês. Percebe-se que também houve o bom senso de evitar juízos de valores e deter-se aos acontecimentos, como a moral maçônica subliminarmente nos ensina. Recomendo a leitura.

Para acessar o artigo, clique aqui.

 

 

Por que “Augusta e Respeitável Loja Simbólica”?

Por que “Augusta e Respeitável Loja Simbólica”?

Essa questão intriga muitos irmãos, principalmente aqueles que, ao viajarem para o exterior ou pesquisarem sobre a maçonaria em outros países, veem que esse não é um termo comumente utilizado fora do Brasil.

A origem desse termo é similar ao exposto no artigo “Palavrões aos Grão-Mestres”, quanto aos distintos axiônimos adotados para os Grão-Mestres no Brasil, em comparação ao restante do mundo. Trata-se de reflexo da nossa agitada história maçônica e das insistentes práticas irregulares que algumas obediências mantiveram por muitas décadas no país, em especial aquela prática infeliz do controle das obediências simbólicas sobre os altos graus dos ritos, que perdurou até, pelo menos, o início da segunda metade do século XX, a qual gerou a cisão de 1927, que deu origem às Grandes Lojas brasileiras, e que, até hoje, vem gerando conflitos no seio do Grande Oriente do Brasil.

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.