Não há forma melhor de comemorar o tricentenário de uma obra literária que moldou nossa Sublime Ordem do que com uma edição comemorativa! Foi isso que a nossa editora No Esquadro fez, publicando uma edição muito especial da Constituição de Anderson (1723), traduzida e comentada por Kennyo Ismail.
A edição adotou fontes, diagramação e aparência similares à original; além de possuir capa dura com efeito envelhecido e miolo em papel amarelado pólen soft, de modo que o leitor possa ter a experiência de ler um livro de 300 anos!
A publicação da 1ª edição da Constituição de Anderson, em 1723, foi um importante marco histórico para a Maçonaria, pois inaugurou a Maçonaria como a conhecemos, por meio da promulgação desta que foi uma autoafirmação de um povo maçônico sobre seu direito de livre associação e seu desejo de estabelecer uma estrutura e um funcionamento mais permanente e iluminista para a Maçonaria, como se tem até os dias de hoje.
Pelo seu pioneirismo, conforme a própria Maçonaria florescia em novos territórios, a Constituição de Anderson também servia de primeira referência literária. Não por acaso, ela foi a primeira obra maçônica impressa nos EUA, por ninguém menos que Benjamin Franklin.
A obra, que foi publicada graças a financiamento coletivo, já está disponível. Você pode adquirir o livro impresso CLICANDO AQUI e o ebook NESTE LINK.
Agora a No Esquadro, além de site, EaD, editora e camiseteria, também é Podcast!
Nosso episódio inaugural, que teve como convidado o Irmão Geraldo Macedo, Secretário-Executivo da Confederação Maçônica Interamericana, foi transmitido ao vivo por nosso canal do YouTube, na última quarta-feira, 22/02/23, e já está disponível para assistir, CLICANDO AQUI.
Você também poderá ouvi-lo nas principais plataformas de podcasts, bastando clicar sobre o nome para ser direcionado à página:
A publicação da 1ª edição da Constituição de Anderson, em 1723, foi um importante marco histórico para a Maçonaria, pois inaugurou, de fato, a Maçonaria como a conhecemos, por meio da promulgação desta que foi uma autoafirmação de um povo maçônico sobre seu direito de livre associação e seu desejo de estabelecer uma estrutura e um funcionamento mais permanente e iluminista para a Maçonaria, como se tem até os dias de hoje.
Pelo seu pioneirismo, conforme a própria Maçonaria florescia em novos territórios, a Constituição de Anderson também servia de primeira referência literária. Não por acaso, ela foi a primeira obra maçônica impressa nos EUA, tendo sido publicada em 1734, na Filadélfia, Estado da Pensilvânia, por ninguém menos que Benjamin Franklin: polímata, iluminista, maçom e um dos pais fundadores dos Estados Unidos da América.
Em comemoração dos 300 anos de sua publicação, apresentamos sua tradução para o português, incluindo notas com importantes comentários para se compreender termos utilizados, contexto da época, conceitos, etc.
A tradução foi feita pelo Irmão Kennyo Ismail, que já traduziu e comentou a Ahiman Rezon: a Constituição dos Maçons Antigos. E sua publicação será feita com a qualidade já conhecida da editora No Esquadro, responsável pela publicação de títulos como Ordem sobre o Caos, Maçonaria Brasileira: a história ocultada, e recentemente a edição maçônica da Bíblia Sagrada.
Nesta edição comemorativa de 300 anos da Constituição de Anderson, buscou-se manter a mesma aparência da publicação original, utilizando-se de fontes, diagramação e aparência similares.
O projeto está sendo financiado coletivamente via Catarse. Para saber mais ou garantir seu exemplar, CLIQUE AQUI.
A revista Ciência & Maçonaria (C&M) foi criada em 2013 e completará 10 anos de atividades em julho deste ano. Foi a primeira do gênero em toda a América do Sul, tendo surgido em Brasília, com financiamento inicial da Loja “Flor de Lótus” (GLMDF), sendo depois vinculada ao NP3-CEAM-UnB.
Desde o início, primou pelo acesso livre e gratuito, o que já lhe rendeu quase meio milhão de downloads. E outra bandeirante da C&M é a qualidade: sendo de periodicidade semestral, em alguns casos somente há uma publicação por ano, por optar em não publicar a edição quando não se alcança a quantidade mínima de artigos de alta qualidade aprovados pelos avaliadores e editores. Não por acaso, é qualificada como B2 pela Qualis-Capes.
Mantendo-se fiel a esse modelo, já se foram 11 edições publicadas, seguindo um visual minimalista, focado em seu conteúdo. E seus congressos, dois nacionais e um internacional, já atraíram nomes de peso, como Benimeli, com dezenas de livros e incontáveis artigos publicados nas últimas décadas sobre suas pesquisas acerca da Maçonaria.
E agora, a C&M acaba de lançar sua mais recente edição, Vol. 9, N.1, com interessantíssimos artigos de seis pesquisadores maçônicos, sendo três doutores, dois mestres e um especialista. Para se ter acesso à essa nova edição, bem como às anteriores, CLIQUE AQUI.
Recebi recentemente o livreto “Anais Maçônicos Fluminenses: Inconfidências da Maçonaria de 1834”, de Cloves Gregorio, autor do Maçonaria Tupiniquim.
Trata-se de um livreto de 40 páginas que resgata uma publicação original de 1834, na qual é apresentada uma descrição das atividades maçônicas no Brasil, no período entre 1800 e 1832. O texto original é esclarecido com algumas notas de rodapé, escritas pelo Cloves.
O histórico texto apresenta uma Maçonaria brasileira progressista e liberal; e relata o surgimento do Apostolado como seu contrabalanço, sendo este conservador e antimaçônico. Ao Apostolado, seus autores creditavam “perversidade”, “planos sombrios” e que “envenenaram o povo com descobertas inventadas de horrorosas conspirações dos maçons”.
Se eu tivesse que apontar um ponto fraco desta publicação, diria que senti falta de um capítulo final em que o próprio Cloves, como historiador competente que é, analisasse o conteúdo dos Anais auxiliado por outros documentos e obras.
Já como ponto forte, destaco a inclusão de um QR Code ao final da publicação, que dá acesso ao documento original digitalizado. Utilizei dessa solução nos dois Volumes de “Maçonaria Brasileira: a história ocultada” e acredito ser extremamente útil aos leitores, além de reforçar a honestidade acadêmica.
Os irmãos interessados em ler esta publicação podem adquiri-la na versão e-book pela Amazon CLICANDO AQUI.