Vejo que você bateu muito nos aspectos da inclusão de homens de bem com necessidades especiais e na modernização dos meios sociais para que a maçonaria se adapte aos novos tempos, mas senti a falta no texto de um aspecto progressista que está em voga na atualidade: a questão da igualdade de gênero.
Devido a esta pauta ser reiterada por políticas afirmativas, mídias sociais e pelo apelo público, estou prevendo que em questão de alguns anos ou décadas as potências regulares e mainstream começarão a abrir as portas para o ingresso de mulheres na maçonaria; não dá para as grandes lojas fecharem os olhos para esta nova realidade.
A GLUI já deu o primeiro passo aceitando homens trans e a permanência nas lojas de maçons cis que optem pela transição de gênero.
Acho que mexi num vespeiro muito grande com o meu comentário. Como diria o famoso Jigsaw: “Que os jogos comecem”. 🙂
Kennyo Ismail – Henri, há textos aqui no blog: de 2014 sobre deficientes físicos na Maçonaria; de 2016 sobre gays; e de 2018 sobre política de gênero. É uma década de promoção de debates em busca de uma Maçonaria brasileira mais inclusiva. Nesse “vespeiro”, já virei beekeeper.
Vejo que você bateu muito nos aspectos da inclusão de homens de bem com necessidades especiais e na modernização dos meios sociais para que a maçonaria se adapte aos novos tempos, mas senti a falta no texto de um aspecto progressista que está em voga na atualidade: a questão da igualdade de gênero.
Devido a esta pauta ser reiterada por políticas afirmativas, mídias sociais e pelo apelo público, estou prevendo que em questão de alguns anos ou décadas as potências regulares e mainstream começarão a abrir as portas para o ingresso de mulheres na maçonaria; não dá para as grandes lojas fecharem os olhos para esta nova realidade.
A GLUI já deu o primeiro passo aceitando homens trans e a permanência nas lojas de maçons cis que optem pela transição de gênero.
Acho que mexi num vespeiro muito grande com o meu comentário. Como diria o famoso Jigsaw: “Que os jogos comecem”. 🙂
Kennyo Ismail – Henri, há textos aqui no blog: de 2014 sobre deficientes físicos na Maçonaria; de 2016 sobre gays; e de 2018 sobre política de gênero. É uma década de promoção de debates em busca de uma Maçonaria brasileira mais inclusiva. Nesse “vespeiro”, já virei beekeeper.
eu enxergo da seginte forma gays sim, mulheres nao? pq.