por Kennyo Ismail | dez 20, 2017 | Notícias
Não resisti ao trocadilho… Mas o prêmio vai mesmo para o Irmão Oscar Ortega, Grão-Mestre da Grande Loja da Espanha e Presidente da CMI – Confederação Maçônica Interamericana.
É isso aí. Se pela primeira vez na história da CMI, cujo “I”, observa-se, é de “Interamericana”, a mesma é presidida por um europeu, e isso não é à toa. Os maçons europeus latinos são tão latinos quanto nós e é por isso que, há anos, se alinham conosco junto à CMI. E a confiança concedida ao Irmão Oscar pela Maçonaria da América Latina, em especial pelos brasileiros, que somam quase a metade dos votos de toda a CMI, é justificada por sua postura, trabalho, dedicação e opiniões.
Graças à liderança do Irmão Cassiano Teixeira de Morais, Sereníssimo Grão-Mestre da GLMDF – Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, no último final de semana, a GLMDF sediou uma série de eventos que reuniram e uniram personalidades maçônicas como Oscar, Presidente da CMI; Jordão, Secretário-Geral da CMSB; Gilberto, Presidente da COMAB; e vários Grão-Mestres de Grandes Lojas e Grandes Orientes.
Na programação, houve uma assembleia geral de encerramento dos trabalhos do ano da GLMDF, durante a noite de sexta, que contou com palestra do Irmão Oscar sobre a História da Maçonaria na Espanha; seguida no sábado pela manhã de uma visita das autoridades maçônicas estaduais, nacionais e internacionais à sede do SCODRFB – Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil, e à sede da GLMDF; culminando de noite em um banquete ritualístico restrito a 81 convidados, no qual contou-se como prato principal uma paella valenciana preparada pelo próprio Irmão Oscar.
Sim, o Grão-Mestre da Espanha sentou-se com Grão-Mestres da COMAB, enquanto um certo Grão-Mestre aqui mesmo do Brasil não se senta… Sim, o Grão-Mestre da Espanha foi para a cozinha da GLMDF e fez uma paella para quase uma centena de pessoas… E sim, trollei o Grão-Mestre da Espanha ao tirar essa foto e fazer essa montagem, e ele riu pra caramba e não quis me expulsar. Como tudo isso é possível??? Ora, os mortais são assim! Não são deuses intocáveis do Olimpo!
Eu já havia visitado a Grande Loja da Espanha no início do ano, conhecido um pouco do trabalho do Irmão Oscar, e agora pude conversar bastante com ele sobre alguns assuntos maçônicos. Dentre eles, um interessante programa que a Grande Loja da Espanha participa, chamado “Uma noite no Museu”, no qual milhares de pessoas visitam as dependências da Grande Loja em uma noite específica, conhecendo seus templos, tirando dúvidas e matando suas curiosidades sobre a Ordem. Isso tem gerado resultados positivos significantes.
Segue alguns tópicos que resumem as opiniões emitidas pelo Irmão Oscar Ortega sobre outros assuntos durante o evento:
- A Grande Loja Unida da Inglaterra não é dona da Maçonaria (vaticano maçônico).
- A Maçonaria escocesa é, indiscutivelmente, mais antiga.
- A Maçonaria brasileira é referência mundial, mas precisa se unir.
- Uma das vantagens da Maçonaria brasileira é o envolvimento da família e a proximidade com a sociedade.
- A Maçonaria está envelhecendo. Precisamos renovar nossos quadros.
- A Ordem DeMolay é peça importante para o futuro da Maçonaria.
Ao longo dos últimos anos, o blog No Esquadro tem dito e repetido muitas dessas coisas. Mas, como o “complexo de vira-lata” ainda acomete alguns irmãos brasileiros, quem sabe com um europeu falando começam a escutar…
por Kennyo Ismail | dez 18, 2017 | Notícias
Em junho deste ano, foi publicada uma matéria que deu à atual gestão do GOB a alcunha de “Olimpo Maçônico”. O nome pegou tanto quanto o “Vaticano Maçônico”, dado à GLUI, em 2012, também aqui pelo blog No Esquadro.
Na nossa última matéria sobre a eleição no “Olimpo Maçônico”, apresentamos a saga de Zeus perante o duelo por sua sucessão, tendo de um lado Perseu (Barbosa), visto como o filho que vive um forte conflito de amor e ódio pelo pai; e Érebo (Ballouk), eleito por Zeus como seu arqui-inimigo.
Naquela matéria, fora apontada a tendência da atual gestão do poder central do GOB de se relacionar com corpos maçônicos (e paramaçônicos) irregulares ou não reconhecidos internacionalmente, dando como exemplos os casos do REAA, do Rito Adonhiramita, do Rito Moderno e da Ordem DeMolay. Observou-se, então, um leve aceno de Barbosa a favor de mudar esses relacionamentos indevidos por parte do GOB. E sugeriu-se, ao final, que “seria muito bom ver um posicionamento claro do Ballouk a respeito dessas questões. A boa notícia é que Ballouk também tem se mostrado disposto a declarar suas opiniões e posicionamentos sobre essas questões maçônicas, mesmo quando polêmicas”.
E Ballouk se manifestou.
Sobre a questão da Ordem DeMolay, Ballouk declarou ter sido o redator do manifesto assinado por 20 dirigentes estaduais do GOB, no dia 16 de junho de 2017. No manifesto, os Grão-Mestres Estaduais se colocam à disposição para serem conciliadores da disputa entre os Supremos Conselhos da Ordem DeMolay, esperando, assim, prevenir da necessidade de uma sentença judicial final para a solução da disputa. Ainda, o manifesto defende uma unificação, não direcionando suas intenções para um ou outro Supremo, e sugere que seja permitida a intervisitação até que a disputa seja resolvida por conciliação ou decisão judicial.
Apesar de louvável a iniciativa do manifesto e sua postura fraterna diante da questão, observa-se no mesmo uma característica que pode ser vista como um forte indício do padrão de raciocínio do “Olimpo Maçônico” entre os dirigentes estaduais do GOB: Em nenhum momento do manifesto é mencionado a CMSB ou a COMAB. Ora, todos sabem que mais da metade dos Capítulos da Ordem DeMolay no Brasil é patrocinada por Lojas das Grandes Lojas da CMSB, e há mais Capítulos patrocinados por Lojas dos Grandes Orientes da COMAB do que do GOB. Mesmo assim, o manifesto olimpiano sugere a formação de uma comissão conciliadora formada estritamente por Grão-mestres Estaduais do GOB, como se não existisse CMSB e COMAB no país ou relação nenhuma houvesse entre esses com a Ordem DeMolay. Será que acreditaram mesmo que seria possível que a minoria maçônica que apoia a Ordem DeMolay ajudasse a solucionar o problema sem o envolvimento da maioria? Ainda mais considerando que o Grande Mestre Nacional de um Supremo Conselho DeMolay é da CMSB e o do outro Supremo Conselho é da COMAB?
Creio que está mais do que claro que o povo maçônico quer derrubar esses muros e construir pontes… De qualquer forma, fato é que, após esse manifesto, Zeus agiu, nomeando Perseu (Barbosa) como “o conciliador”. O resultado foi uma reunião frustrada em seu objetivo, da qual não se resultou nem mesmo uma ata. Perseu aprendeu algo a respeito da Ordem DeMolay e acredito que Érebo também.
Já quanto aos Altos Corpos do Rito Adonhiramita e Rito Moderno, Ballouk apresenta uma posição clara, direta e legalista: É a favor do regular ECMA e, logo, contrário ao ECMAB; e a favor do regular SCRM e, portanto, contrário ao SCFRMB. Já algo que havia passado desapercebido anteriormente, mas não pode deixar de ser mencionado, é o fato de que Barbosa é Membro Efetivo do ECMAB, indo assim contra a decisão da SAFL-GOB, que, por 797 votos contra apenas 02, manteve o reconhecimento do ECMA, numa das votações mais vergonhosas a Zeus e a todo seu Olimpo Maçônico.
Esperamos que essas informações sejam úteis na tomada de decisão dos eleitores gobianos indecisos, mas que se preocupam com tais questões de regularidade e reconhecimento.
por Kennyo Ismail | dez 14, 2017 | Notícias
Já que falamos tanto nos últimos posts em Amor Fraternal, em Amparo, enfim, no princípio de amor ao próximo, vamos exercitá-lo um pouquinho hoje?
Um sobrinho nosso, Pedro Verdini, Lowton, um garoto de apenas 20 anos de idade, está cursando o 3o. ano de Engenharia no ITA – Instituto de Tecnologia de Aeronáutica, instituição renomada internacionalmente, cujo vestibular é considerado um dos mais difíceis do país. Pedro é filho de nosso Irmão Roberto Verdini, maçom extremamente entusiasmado e atuante na maçonaria capixaba, membro da GLMEES – Grande Loja Maçônica do Estado do Espírito Santo.
O sobrinho Pedro é um moleque fora do normal. Estudou em escola pública, passou em 1o. lugar geral do vestibular da UFES quando tinha apenas 16 anos; passou no vestibular de outras importantes universidades, como UFRJ, USP e Unicamp; até conseguir passar no ITA, onde queria estudar. É bolsista de pesquisa, dá aula particular para se sustentar e faz trabalho voluntário. E agora, passou no processo seletivo do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, considerado uma das melhores universidades de todo o mundo e, em algumas áreas específicas, a melhor. Para se ter uma ideia, o MIT já formou 85 prêmios Nobel. O Brasil, oficialmente, nenhum.
Nosso irmão Roberto é um homem e maçom honrado, mas com recursos limitados, enquanto que a manutenção de nosso sobrinho Pedro nos EUA, onde terá que se dedicar em tempo integral aos estudos, é muito cara, principalmente considerando o câmbio entre nossas moedas. Por essa razão, a família está fazendo uma campanha de arrecadação, de forma a transformar essa oportunidade em realidade.
Que tal ajudarmos um irmão e investirmos em um sobrinho com potencial para, quem sabe, um dia trazer um prêmio Nobel para o Brasil?
Para saber mais sobre a história do sobrinho Pedro Verdini e ajudá-lo, acesse o link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pedro-no-mit
Qualquer quantia é muito bem vinda. Se preferir, pode doar diretamente para uma das 03 contas abertas em nome do sobrinho:
Pedro Camata Verdini. CPF: 120.823.957-07
Santander: Ag 3845. C/C 01068322-0
Banco do Brasil: Ag 5899-8. C/C 10.363-2
Itaú: Ag 8048. C/C 44782-8.
por Kennyo Ismail | dez 12, 2017 | Notícias
Em um de meus livros, História da Maçonaria brasileira para adultos, apresento a revisão de um estudo que fiz sobre o impacto dos diferentes lemas maçônicos nos trabalhos realizados pelas Obediências simbólicas. Em seguida, no último capítulo da obra, observo que a maçonaria brasileira tem, intrínseca e paulatinamente, se aproximado do lema maçônico original, de “Amor Fraternal, Amparo e Verdade”, por meio de suas atividades. É reflexo da “globalização maçônica” que vivemos. Esse tema também é abordado nas últimas 05 aulas do curso online de História da Maçonaria no Brasil, da Escola No Esquadro.
Pois bem, foi noticiado aqui no blog um belo exemplo de Amor Fraternal e Amparo, ocorrido nos EUA, quando, há poucos meses, um irmão maçom doou um de seus rins a um irmão necessitado. E hoje, fico feliz de divulgar um belo exemplo que o GODF – Grande Oriente do Distrito Federal, vem nos dar sobre esse belíssimo princípio maçônico do Amparo.
No último final de semana, dentre as atividades de encerramento de seu calendário maçônico, o GODF inaugurou sua Unidade Móvel Odontológica – UMO, que terá por objetivo atender, não apenas os integrantes da família maçônica, mas toda a comunidade carente nos eventos sociais realizados ou apoiados pelo GODF ou suas Lojas jurisdicionadas. O projeto do ônibus UMO, especialmente adaptado para esse fim, contou com o patrocínio dos Laboratórios Sabin, da Interlife Projetos Sociais e da Atlântida Móveis, além do apoio da Faculdade de Odontologia do ICESP e do Conselho Regional de Odontologia do DF para o evento de seu lançamento.
Essa iniciativa merece destaque porque não se trata de uma simples ação, mas de um programa permanente, que envolveu centenas de milhares de reais em investimento e envolverá atenção, dedicação, gestão e investimentos constantes. O GODF poderia distribuir cestas básicas e presentes de Natal, ou outra atividade simples, pontual, esporádica. Sim, essas ações são importantes, mas as necessidades das famílias menos favorecidas persistem nas outras 50 semanas do ano. O que o GODF fez foi assumir um compromisso permanente com a sociedade. E isso é algo que todo maçom e maçonaria deve fazer.
Que exemplos como esse continuem a surgir e nos motivar a seguir adiante em nossa jornada maçônica.
por Kennyo Ismail | dez 8, 2017 | Notícias
No dia 1º de junho deste ano, tivemos a felicidade de anunciar o lançamento da Escola No Esquadro: a plataforma de cursos online de Maçonaria no Brasil, seguindo o modelo de educação organizacional ou corporativa, e tornando o conhecimento maçônico mais acessível a todos os irmãos.
O primeiro curso lançado na plataforma foi o de Introdução à Maçonaria, em fase beta, cujo objetivo é de nivelamento de conhecimento dos conceitos básicos da Maçonaria a serem utilizados em outros cursos, de forma a possibilitar um melhor desempenho na aprendizagem. Seu conteúdo é excelente, e surpreende até mesmo os maçons mais experientes e estudiosos.
Então, nesses últimos seis meses, recebemos o feedback dos alunos e com isso aprendemos muito e pudemos corrigir e melhorar a plataforma em muitos aspectos. O resultado já pode ser visto no novo curso que acaba de ser lançado, de História da Maçonaria no Brasil, cuja qualidade audiovisual ficou nitidamente melhor.
Como costumo dizer, “a Maçonaria que não conhece a sua história está condenada a repeti-la”. O curso de História da Maçonaria no Brasil apresenta interessantes informações sobre a atuação da Sublime Ordem maçônica em território nacional, atravessando três séculos de história, nos quais se verá, desde o período pré-independência até o despertar maçônico brasileiro nestes primeiros anos do século XXI, evidenciando como os acontecimentos no Brasil e em sua Maçonaria se inter-relacionam. Entre os temas abordados no curso, tem-se:
- Maçonaria brasileira antes de 1822
- Fatos relevantes de 1822
- O Dia do Maçom
- De 1831 a 1888
- 1889 e a Proclamação da República
- A fase socialista do GOB
- O Alerta Inglês à Maçonaria brasileira
- A Cisão de 1927
- Maçonaria na Era Vargas
- Maçonaria na Ditadura Militar
- A cisão de 1973
- Os diferentes lemas maçônicos
- Perspectivas para o Século XXI
O aluno, além das vídeo-aulas e da apostila do curso, precisa responder questões objetivas online e, quando aprovado, é gerado um certificado de conclusão. Muitos outros cursos estão sendo desenhados e desenvolvidos nas mais diferentes áreas de interesse, dentre gestão, história, filosofia e simbologia maçônica. Mas o mais importante é que essa plataforma está aberta a todos os professores qualificados e instituições maçônicas e paramaçônicas regulares interessadas em desenvolver e disponibilizar cursos aos seus membros. A Escola No Esquadro é de todos vocês.
por Kennyo Ismail | dez 6, 2017 | Notícias
A mitologia grega dava notícia de que Perseu era fruto de um assédio sexual bem sucedido entre Zeus, o pai dos deuses gregos, e uma mortal. Assim, Perseu era um semideus (mortal) que contava com a simpatia de alguns deuses, incluindo seu pai, Zeus, apesar de provavelmente Perseu não simpatizar muito com este, por ter enganado sua mãe (ou subornado, em algumas versões) para possuí-la.
Isso ilustra o fato de que alguns filhos (ou afilhados), não necessariamente seguem a cabeça dos pais, até mesmo no Olimpo Maçônico. Barbosa, nos últimos discursos proferidos em Lojas, tem demonstrado isso, ao assumir o papel do herói Perseu e tentar afastar sua imagem à de seu Zeus, que já jogou seus raios sobre Minas Gerais, Rio Grande do Sul, e tem ameaçado jogar seus raios até sobre o GODF por conta do debate.
Minha última leitura, principalmente após o debate entre Barbosa (Perseu) e Ballouk (eleito pelo Zeus do Olimpo Maçônico como seu inimigo Érebo), foi a de que Érebo está mais preparado. Entretanto, cabe observar que uma das principais qualidades de um líder maçom é saber escutar. É impossível que um Grão-Mestre saiba de tudo sobre tudo, de legislação, relações exteriores, simbologia, ritualística, administração, etc. Então, bons líderes são aqueles que sabem se rodear de bons especialistas em cada área e sabem, principalmente, escutá-los. E Barbosa, o Perseu do Olimpo Maçônico, demonstrou recentemente essa virtude.
Um dos pontos de atenção levantados com o debate foi a questão DeMolay. Como dito naquele post, há dois Supremos Conselhos da Ordem DeMolay em funcionamento no Brasil. Um, cuja sigla é SCODRFB, é grande, está presente em todas as UFs, conta com o apoio da CMSB e da COMAB, e detém a regularidade do uso do nome e da marca DeMolay, além do reconhecimento internacional. O outro, SCODB, é o contrário disso. O GOB é a única vertente maçônica brasileira encima do muro quanto a questão e Ballouk, pelo menos durante o debate, optou por não tomar partido. Já Barbosa, que, como já comentado em outro post, pouco sabia sobre a questão DeMolay, parece que procurou se informar melhor sobre o assunto.
No último final de semana ocorreu o ELOD – Encontro de Líderes da Ordem DeMolay, do SCODRFB (o grande, regular e reconhecido), em Brasília. O ELOD reúne os maçons e DeMolays que atuam como dirigentes nos Grandes Conselhos Estaduais e Distrital, com os dirigentes do Supremo Conselho, para apresentação de relatórios, discussão e votação de propostas, dentre outros assuntos. E, na tarde de sábado, receberam Barbosa Nunes durante o encontro, o qual sinalizou a favor de uma mudança de posicionamento do GOB em prol do SCODRFB, caso eleito.
O GOB, em que pese ter indiscutível regularidade nos graus simbólicos, infelizmente tem um histórico de se relacionar com corpos maçônicos irregulares ou não reconhecidos, como no caso do reconhecimento do Supremo Conselho do REAA de São Cristovão, em detrimento do Supremo Conselho de Jacarepaguá (único do Brasil reconhecido internacionalmente); o rompimento com o regular ECMA – Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita, e o apoio à fundação do irregular ECMAB – Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita do Brasil, o qual não foi reconhecido pela SAFL – Soberana Assembleia Federal Legislativa do GOB; o caso extraconjugal com o Supremo Conselho Filosófico do Rito Moderno do Brasil, enquanto ainda está casado com o Supremo Conselho do Rito Moderno; dentre outros. E, na questão DeMolay, sua postura não tem sido muito diferente.
Barbosa demonstrou humildade para ouvir e aprender, além de uma vontade de mudar esse status quo de relacionamentos indevidos por parte do GOB. Seria muito bom ver um posicionamento claro do Ballouk a respeito dessas questões. A boa notícia é que Ballouk também tem se mostrado disposto a declarar suas opiniões e posicionamentos sobre essas questões maçônicas, mesmo quando polêmicas.
De qualquer forma, a era de Zeus e demais habitantes do Olimpo Maçônico se aproxima do fim.