Esta obra, “Breviário Maçônico do Século XXI”, de Kennyo Ismail, explora a proposta antiga e bem conhecida de um breviário, ou seja, de um livro formado por breves textos, um para cada dia do ano, mas, neste caso, todos produzidos com método e baseados em evidências e referências válidas, resultando em conhecimento maçônico produzido com qualidade, profissionalismo e rigor.
Por isso, o Breviário Maçônico do Século XXI não é um livro de bolso, com textos de um minuto, mas um livro em tamanho comum (16x23cm), com um compêndio de textos referenciados para leitura diária ou pesquisa temática via índice remissivo. Cada um dos 365 artigos foi referenciado via notas de rodapé e a obra soma incríveis 1.370 notas! História, simbologia, ritos, ordens, termos, cargos, autores, personagens, países, virtudes e conceitos maçônicos em um só lugar!
A obra foi recentemente publicada graças a uma campanha bem sucedida de financiamento coletivo via Catarse. Estamos finalizando os envios das últimas recompensas aos apoiadores do projeto, mas já disponibilizamos os exemplares remanescentes para aquisição pelo link: https://noesquadro.com.br/loja/
Em tempo, informamos que, assim como ocorre com outros títulos de nossa editora, quando os exemplares remanescentes se esgotarem, não temos previsão para uma nova tiragem. Por isso, não deixe para a última hora e garanta já o seu.
São Paulo, a “locomotiva do Brasil”, é a maior jurisdição maçônica do Brasil, somando quase 1/5 de todos os maçons do país. Nesse contexto, conforme a alegoria da Espada de Dâmocles, grandes poderes geram grandes inseguranças e atraem grandes riscos. Talvez seja por isso que os maçons paulistas vivenciaram o surgimento de nove obediências e potências originadas do eixo regular ao longo dos séculos XIX e XX.
Compreender as motivações que levaram a seus surgimentos e as relações significativas de impacto de umas sobre as outras é importante para um melhor entendimento acerca do caminho percorrido, que resultou no cenário atual, permitindo melhores posicionamentos frente ao pressuposto de repetição histórica.
O próximo lançamento literário da nossa editora No Esquadro será a obra UM PALÁCIO MOSAICO: a Maçonaria e a Arte da Memória, do Irmão Martin Faulks, membro da Loja Quatuor Coronati e CEO da Lewis, a mais antiga editora maçônica ainda em funcionamento em todo o mundo!
A obra aborda o método usado desde a Grécia Antiga, de se construir na mente um verdadeiro palácio, que serve de armazém de memórias e pode ser facilmente visitado. Ela mostra como esse método da Arte da Memória está presente na Maçonaria desde os primeiros rituais; como pode ter colaborado para suas preservações ao longo do tempo; e como podemos utilizar o templo maçônico como um palácio para memorizar uma infinidade de conteúdo, maçônico e não maçônico.
Qual a importância desse livro? Simples: Você já reparou como o mundo atual está atrofiando nossa memória? Nós não decoramos mais números de telefone, pois estão salvos no celular, e nem decoramos o caminho para lugares, pois usamos GPS. Até as músicas estão mais simples e curtas. Antigamente, tinha sujeito que decorava um livro inteiro, sem errar uma palavra; enquanto hoje tem irmão que ocupa o mesmo cargo há anos, o cargo tem três falas, e ele ainda lê!!!
A publicação ocorrerá no próximo mês, março de 2025, mas para que os irmãos brasileiros possam conhecer um pouco mais desse grande irmão e autor, Martin Faulks, bem como saber mais sobre essa obra incrível, nós convidamos o Irmão Martin para uma entrevista no Projeto Mayhem, do Irmão Marcelo Del Debbio.
A campanha do Catarse já garantiu a publicação da obra, mas ficará aberta até o dia 15 deste mês de fevereiro. Então, se você quiser garantir seu exemplar, ainda dá tempo: https://www.catarse.me/palacio_mosaico
Para incluir legendas em português no vídeo, clique na engrenagem (Detalhes), na parte debaixo do vídeo, clique em “Legendas/CC”, selecione a opção “Traduzir automaticamente” e, em seguida, escolha “Português”:
(…) A Maçonaria não é alienígena, nem seus rituais. Parece óbvio, mas esse atributo deve ser o cerne de toda análise sobre qualquer ritual. Contudo, na Maçonaria brasileira, tem-se uma cultura positivista de “certo ou errado” sobre práticas ritualísticas, que não sobrevive a três segundos de raciocínio lógico, partindo dessa premissa.
A Maçonaria não nos foi concedida por uma civilização alienígena, mais evoluída intelectual, moral e espiritualmente do que a nossa. Logo, todo seu conteúdo foi confeccionado com base em conhecimentos terrestres previamente desenvolvidos por humanos não-maçons. Do mesmo modo, nenhum ritual maçônico veio pronto de outro planeta ou foi ditado pelo anjo Gabriel a um maçom. Logo, todos os rituais maçônicos são uma “colcha de retalhos” (termo emprestado do Irmão “Hi-kon-Passos”): todos são enxertos de conteúdos de escritores, religiões, sociedades, escolas e tradições não-maçônicas anteriores, com adequações e alterações para uso maçônico. Discutir se um retalho é melhor do que o outro é como discutir o sexo dos anjos.