por Kennyo Ismail | nov 18, 2015 | Notícias
Neste último sábado, dia 14/11, estive na sede do Supremo Conselho do Grau 33 do REAA da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, mais conhecido como “o Supremo do 33”, ou pela sigla abreviada de “SC33” (ufa!), quando de sua Investidura Anual ao Grau 33. Na ocasião, mais de 190 membros do grau 32, de vários cantos deste imenso Brasil, foram investidos ao Grau 33, numa belíssima cerimônia presidida pelo Soberano Grande Comendador, Irmão Luiz Fernando Rodrigues Torres.
Nesse grandioso evento, tive a surpresa de encontrar velhos amigos, como o Grande Inspetor Litúrgico e o Secretário Litúrgico da Inspetoria Litúrgica do DF, Irmãos Carlos Teófilo e Camurça; o Grande Inspetor Litúrgico e o Secretário Litúrgico da 12a. Inspetoria Litúrgica de MG, Irmãos Fernando Isabel e Aluísio Chaves; e os irmãos Jailson e Japiassu, de PE, que foram investidos na ocasião. Porém, entre os velhos amigos ali encontrados, gostaria desta vez de destacar um, que é um grande amigo há mais de 15 anos: Anderson Verçosa, com quem tive a oportunidade de tirar essa foto ao final da sessão.
Esse destaque não é por acaso, e faço questão de explicar. O Irmão Anderson Verçosa é um Senior DeMolay. Quando jovem, foi iniciado no Capítulo “Rio de Janeiro” No. 001 da Ordem DeMolay, o primeiro Capítulo DeMolay em território brasileiro, patrocinado pelo SC33. Enquanto DeMolay Ativo, chegou ao posto de Mestre Conselheiro Nacional da Ordem DeMolay. Quando se tornou um Senior DeMolay, após completar 21 anos de idade, ingressou na Maçonaria. Enquanto maçom, galgou os graus simbólicos e, posteriormente, os 30 Altos Graus do REAA, todos ali no Vale de Jacarepaguá, sede do SC33, mesmo lugar que frequentava enquanto jovem DeMolay. Após alcançar o grau 33, exerceu sua liderança no meio maçônico, tendo sido Venerável Mestre de sua Loja Simbólica e Presidente de todos os Altos Corpos do REAA: Loja de Perfeição, Capítulo Rosa-Cruz, Conselho Kadosh, Consistório. E, após anos dedicando-se ao REAA, foi eleito Membro Efetivo do SC33. É o Membro Efetivo mais jovem entre os Membros Efetivos atuais, e o primeiro Senior DeMolay a alcançar tal posição no Brasil.
Para se ter uma ideia, há no Brasil, entre GOB e seus GOEs, CMSB e suas GLs, e COMAB e seus GOIs, pelo menos 75 Grão-Mestres. Nenhum deles é um Senior DeMolay (pelo menos até o mês que vem!). Em contrapartida, há apenas 33 cadeiras de Membros Efetivos do SC33, sendo apenas 22 ocupadas atualmente. E uma delas é ocupada por um Senior DeMolay, alguém cujo caráter tem sido forjado, desde a juventude, entre aqueles muros da Praça Seca: Anderson Verçosa.
Mas é por essa razão que destaco o Irmão Anderson Verçosa neste post? Não. A razão para eu destacá-lo é a dele ser o mesmo cara gente boa que conheci há 15 anos atrás. Na Maçonaria, uma escola de moralidade, é isso que realmente importa.
PS: Espero em breve estar mencionando a vitória maçônica de outro(s) Senior DeMolay(s)! Pois, cada vez que um Senior DeMolay se destaca na Maçonaria, isso significa que a Maçonaria fez bem o seu trabalho de investimento na juventude e formação de liderança juvenil.
por Kennyo Ismail | nov 10, 2015 | Notícias
Em Janeiro será o lançamento de meu novo livro, DEBATENDO TABUS MAÇÔNICOS, pela Editora Maçônica “A Trolha”.
Para este livro, fui presenteado com uma capa desenhada pelo Irmão João Guilherme da Cruz Ribeiro, que, sem dúvida alguma, é o maior ilustrador da Maçonaria brasileira, além de excelente escritor e um grande intelectual de nossa instituição. A capa, como os leitores do blog podem ver aqui em primeira mão, dá fortes indícios sobre os assuntos que são abordados nessa obra.
Esta obra trata de tabus na Maçonaria. Sabe quando há uma barreira pré-concebida sobre determinados assuntos, cuja discussão é muitas vezes desencorajada ou, até mesmo, vetada por alguns? Então, esses assuntos tornam-se tabus: bombas escondidas sob o véu maçônico, mas que continuam ali, correndo o risco de explodir a qualquer momento.
Há alguns anos decidi por realizar um estudo a longo prazo, o qual resultou nesta obra. Os dados foram coletados durante as palestras que tive o prazer de realizar em Lojas Maçônicas, Obediências e eventos maçônicos que participei durante o período de pesquisa, tanto no Distrito Federal como nos Estados do AM, BA, ES, GO, MT, MS, MG, PB, PE, RJ, RN, RS, RO, SC e SP. Após a coleta dos diferentes tabus presentes na Maçonaria brasileira, foi feita uma análise de conteúdo, pela qual os tabus foram categorizados e subcategorizados com base em suas origens e tipologia, e posteriormente analisados. O resultado? Posso garantir que, assim como a capa, é “bombástico”!
por Kennyo Ismail | out 16, 2015 | Conceitos
Um texto é uma propriedade intelectual de seu autor, que possui direitos morais e patrimoniais sobre ele, previstos na Constituição Federal e protegidos por lei regulamentar. O Código Penal Brasileiro inclusive prevê o crime de violação de direito autoral. Enquanto os direitos patrimoniais podem ser transmitidos a terceiros, os direitos morais são inalienáveis e irrenunciáveis. E a Maçonaria, sendo “um belo sistema de moralidade”, deve defender esses direitos. Cada maçom tem esse dever.
Quando alguém apresenta como de sua própria autoria texto, ou mesmo trechos, produzidos por outra pessoa, está violando direitos autorais, e isso é chamado de plágio. O blog “No Esquadro” hoje tem 5 anos de existência. Mas com apenas 6 meses desde sua inauguração, já começou a sofrer com o plágio. Na época, um blog maçônico chamado “Bodes da Luz” copiava vários artigos publicados no “No Esquadro” e os republicava em seu blog sem qualquer citação de autoria e fonte. Apenas modificava os títulos e as imagens dos posts.
Algum leitor pode estar pensando neste momento: “mas por que combater o plágio, se a intenção do blog é divulgar conhecimento?” Bem, há alguns anos eu também não me importava muito com isso. Pelo menos não até o dia e o modo com que tomei conhecimento desse primeiro plágio: um leitor desatento do meu blog me acusou de plágio. Isso mesmo, fui acusado de plagiar o plagiador de meus próprios textos… Por sorte, bastou eu sugerir a esse leitor que verificasse as datas de publicação de ambos os blogs para verificar quem havia plagiado quem. No entanto, esse episódio serviu-me de alerta da menor das consequências do plágio e, principalmente, que outros casos podem não ser tão simples de serem solucionados.
Voltando ao caso do plágio inaugural do blog, pensando tratar-se de algum irmão apenas mal informado ou descuidado, tentei contato por diversas vezes, sem receber respostas. E os plágios continuavam… Então, comecei a publicar comentários em cada post copiado, aproximadamente 30 posts, informando a real autoria e fonte de cada texto. Foi quando percebi que se tratava de um caso nítido de má fé: todos os comentários foram deletados pelo administrador daquele blog. Não tive outra alternativa se não denunciar o “Bodes da Luz” para a plataforma de gerenciamento de blogs na qual ele estava operando. No dia seguinte, o blog estava fora do ar por violação dos termos de uso da plataforma.
Agora, 5 anos depois, pouca coisa mudou. O plágio continua sendo um mal que assola a literatura maçônica brasileira. E, por incrível que possa parecer, muitas vezes cometido por maçons. O último plágio sofrido pelo blog (pelo menos que tomei conhecimento) foi há poucas semanas. Um texto do blog foi copiado e publicado em uma revista maçônica de periodicidade trimestral. O texto, publicado na revista no mês passado, consta como sendo de autoria de outro maçom. No entanto, cada palavra do texto é de minha autoria e foi publicado originalmente no “No Esquadro” em 2011. Posso garantir que não é nada bom ver um dos frutos dos esforços de minhas pesquisas e produção sendo utilizado para fins comerciais, sem minha prévia autorização, e ainda como sendo de autoria de outrem.
Nesse último caso, assim como no primeiro, ofereci o benefício da dúvida, acreditando que pode ter havido uma pequena confusão de parte do Irmão que submeteu o artigo ou da revista que o publicou. Nesse sentido, fiz contato com os responsáveis pela revista, informando do possível equívoco e solicitando que providências sejam tomadas para remediá-lo. O diálogo está em andamento.
Esse é um problema sério e precisa ser tratado com a devida seriedade por nós, maçons. Precisamos instruir e alertar sobre essa questão em nossas Lojas Maçônicas, desde os Aprendizes, no desenvolvimento de suas “peças de arquiteturas” para “aumento de salário”, até mesmo os mais graduados, responsáveis pelas publicações maçônicas. Quanto às publicações, essas devem possuir uma política de declaração de direitos autorais e verificar a possível ocorrência de trechos não referenciados nos artigos submetidos antes de publicá-los, protegendo assim os seus interesses e os dos autores maçons.
por Kennyo Ismail | out 6, 2015 | Conceitos
A Maçonaria declara combater a intolerância, a ignorância e o fanatismo. Esses três males estão intrinsicamente relacionados. A ignorância é, sem sombra de dúvidas, a origem e o cerne do fanatismo e de toda a intolerância, em especial a religiosa. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Essa máxima cristã ensina que o conhecimento, alcançado pela busca da verdade, liberta o homem da ignorância. A Maçonaria, em seus rituais, instruções e literatura, também é extremamente rica em passagens que revelam essa sua vocação. Além de sua história.
Como bem observado pelo pesquisador Antônio Gouvêa Mendonça[i], a Maçonaria constituiu “um peso razoável na balança a favor do protestantismo no momento de sua inserção na sociedade brasileira”. Isso ocorreu a partir da segunda metade do século XIX. Nessa época, de hegemonia e poder católico no Brasil, os protestantes eram a minoria, que sofria todo tipo de ataque intolerante, fanático, preconceituoso. E a Maçonaria, original defensora da liberdade religiosa, e em combate aos males já mencionados, muito colaborou para o ingresso e consolidação das igrejas protestantes no país.
David Gueiros Vieira, em seu artigo sobre o tema[ii], destaca que a Maçonaria brasileira da segunda metade do século XIX, não somente trabalhou em prol do protestantismo, como também do liberalismo, da abolição da escravatura, do ensino laico, e da proclamação da república, garantindo assim a separação da Igreja-Estado, da qual todos usufruímos atualmente. Marcos José Diniz Silva, inclusive, atentou para a guerra midiática entre a Maçonaria e a Igreja Católica, a favor e contra o ensino laico e a liberdade religiosa, por meio de seus jornais.[iii] Mas foquemos aqui na questão religiosa.
Naquela época, os protestantes enfrentavam todo tipo de boicote, desde aquisição de terrenos para igrejas, compra de material de construção, mão de obra, até ameaças aos sacerdotes e fiéis, e atos de vandalismo. Há registro de casos de congregações religiosas que funcionaram inicialmente nas dependências de Lojas Maçônicas, que as ajudaram a construir seus próprios edifícios. Há também registro de proteção maçônica a pastores em suas pregações públicas em todo o interior do país. As igrejas pentecostais e neopentecostais, que surgiram no Brasil durante as décadas seguintes, usufruíram da base bem fundamentada, construída pelos protestantes tradicionais (históricos) com o auxílio dos maçons (muitos deles, também protestantes).
No entanto, atualmente, o Brasil tem assistido outra crise de ignorância, fanatismo e intolerância religiosa. Os noticiários têm apresentado uma crescente onda de casos de intolerância contra, principalmente, religiões de origem africana. Aqui mesmo, nas proximidades da Capital Federal, três terreiros sofreram vandalismo e foram incendiados. Isso mesmo: no entorno de Brasília, em pleno século XXI. Lojas de artigos de umbanda também foram depredadas em Belo Horizonte. Isso sem contar os casos quase que diários de agressão física, até mesmo a uma menina no Rio de Janeiro, apedrejada por ser adepta do Candomblé, e outra em Curitiba, agredida dentro de sala de aula pela mesma razão. Cada uma em um canto do país. Ambas, vítimas do que é uma clara afronta aos Direitos Humanos e à Constituição.
Infelizmente, alguns sacerdotes de certas vertentes evangélicas, também tomados pela ignorância, vez ou outra nos surpreende com discursos e propagandas antimaçônicas, como já noticiado aqui no blog. Suas memórias curtas ou, simplesmente, puro desconhecimento (ignorância), levam-lhes ao erro de atacar a Maçonaria, que tanto colaborou para a consolidação de suas antecessoras e, consequentemente, de suas próprias igrejas no país. É esse tipo de “ignorância sacerdotal” que incita a intolerância, o fanatismo, levando indivíduos aprisionados a suas fés cegas e má orientações espirituais a atos de terrorismo como os mencionados.
Espero que nossas Obediências Maçônicas abracem novamente a causa do combate à intolerância religiosa, como fez há 150 anos. A reforma política já tem a atenção de grandes instituições, como o MPF – Ministério Público Federal, e a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. As minorias religiosas discriminadas não. Essa conquista maçônica do passado, chamada de liberdade religiosa, está seriamente ameaçada e merece mais uma vez nossa atenção. Não podemos esperar que as difamações contra a Maçonaria se transformem em apedrejamento de maçons e incêndio a Lojas Maçônicas para agir.
[i] MENDONÇA, A. G. Inserção dos protestantismos e “questão religiosa” no Brasil, século XIX (reflexões e hipóteses). Estudos Teológicos, Vol. 27, No. 3, 1987, p. 219-237.
[ii] VIEIRA, D. G. O Liberalismo, a Maçonaria e o Protestantismo no Brasil no Século Dezenove. Estudos Teológicos, Vol. 27, No. 3, 1987, p. 195-217.
[iii] SILVA, M. J. D. Maçonaria e laicismo republicano na imprensa católica cearense entre os anos de 1910 e 1920. Ciência & Maçonaria, Vol. Vol. 1, n.1, Jan/Jun, 2013, p. 7-19.
por Kennyo Ismail | set 24, 2015 | Graus e Ordens Anexas, Ordens-Ritos-Rituais
Dando continuidade à série voltada a Ordens e Corpos maçônicos relacionados a Ritos, hoje apresento a Societas Rosicruciana, uma Ordem que nos EUA é tradicionalmente ligada ao Rito de York.
Todo maçom brasileiro já ouviu falar sobre Rosa-Cruz. Muitos são os maçons que, paralelamente à Maçonaria, fazem parte de alguma Ordem Rosa-Cruz, a maioria deles da AMORC. No entanto, essa relação Maçonaria – Rosacrucianismo não necessariamente tem que ser paralela, visto que há uma Ordem Rosacruz Maçônica. Ou melhor, a primeira Ordem Rosacruz, a mais antiga, é maçônica, apesar de praticamente desconhecida pelos maçons brasileiros (e rosacruzes também).
O Rosacrucianismo é tradicionalmente conhecido como tendo sido desenvolvido na Alemanha por Christian Rosenkreuz, que teria vivido no século XV e que supostamente promulgou as doutrinas rosacrucianas básicas. Essas doutrinas compõem a literatura rosacruciana original, publicada pela primeira vez na Europa no início do século XVII. Fama Fraternitatis e Confessio Fraternitatis são os dois principais textos do rosacrucianismo, publicados anonimamente em 1610 e 1615, respectivamente, na Alemanha.
O Fama Fraternitatis descreve o surgimento e história de Christian Rosenkreutz, um personagem lendário, ou talvez alegórico. Buscando por conhecimento, o Frater C.R.C.[1] realiza uma viagem ao Oriente Médio, encontrando-se com sábios e místicos (possivelmente mestres sufis e zoroastristas), aprendendo ensinamentos esotéricos e desenvolvendo poderes de cura. Ao retornar para a Europa, suas descobertas são rejeitadas por religiosos e acadêmicos, fundando então uma fraternidade restrita chamada Rosa Cruz, na qual os membros eram chamados de rosacrucianos. O livro também descreve o trabalho desenvolvido por seus discípulos e a descoberta do túmulo oculto de Rosenkreutz. Confessio Fraternitatis aprofunda nos ensinamentos Rosa Cruzes e propõe um plano de reforma mundial com a criação de uma comunidade invisível chamada “Spiritus Sancti” com a qual a Ordem pode crescer secretamente.
Os primeiros membros historicamente conhecidos cujos esforços pioneiros transformaram o conhecimento Rosacruz em um sistema de estudo foram maçons escoceses, por meio da Societas Rosicruciana. A literatura ocultista indica que os maçons-rosacruzes permaneceram sozinhos, únicos nessa via de uma Ordem Rosacruz por, pelo menos, 88 anos. Somente depois disso, muitas outras Ordens com base nas tradições Rosacruzes foram surgindo pelo mundo.
A Societas Rosicruciana, também conhecida como a Rosa Cruz Maçônica, surgiu inicialmente na Escócia, em 1800, com o nome de Societas Rosicruciana in Scotia. Foi levada para a Inglaterra entre 1865 e 1867 por Robert Wentworth Little, um maçom, que havia sido iniciado na Societas Rosicruciana in Scotia. Na Intlaterra, adotou o nome de Societas Rosicruciana in Anglia – SRIA. Muitos ocultistas famosos do século XIX eram membros da SRIA: John Yarker, Paschal Bervely Randolph, Arthur Edward Waite, William Wynn Westcott, Eliphas Levi, Theodor Reuss, Frederick Hockley e William Carpenter, além de muitos outros. E foi por intermédio da SRIA que a Societas Rosicruciana in Canada teve sua origem.
Já nos EUA, a Societas Rosicruciana surgiu, em 1880, sob os auspícios da Societas Rosicruciana in Scotia. Inicialmente chamada de Societas Rosicruciana Republicae Americae, logo teve seu nome mudado para Societas Rosicruciana in Civitatibus Foederatis – SRICF. Sua sede atual está em Washington, DC. A Societas nos EUA mantém laços estreitos com as Societas da Escócia, Inglaterra e Canadá, e promove o crescimento e fortalecimento da causa rosacruciana maçônica em outros países, como no Brasil.
Para saber mais, clique aqui.
[1] Frater é o termo referente a Irmão em Latim. CRC é a abreviação de Christian Rosenkreutz, cuja primeira aparição foi em “Casamento Alquímico de Christian Rosenkreutz”, publicado em Strasbourg, em 1616.