“O TRIÂNGULO VERMELHO: Uma história da Antimaçonaria”, de Robert Cooper, traduzido por Kennyo Ismail, tem tudo para ser um divisor de águas na cultura maçônica brasileira. E isso porque ele destrincha algo que nenhum outro autor maçônico brasileiro ou estrangeiro publicado no Brasil jamais abordou: a “alma” da Antimaçonaria.
Tudo que tivemos publicado sobre Antimaçonaria no Brasil se restringiu a aspectos religiosos. Contudo, a Antimaçonaria de caráter religioso é apenas uma consequência de algo bem mais amplo, que é a Maçonofobia. E Cooper prova que o medo de Maçonaria não nasce nem se restringe às Igrejas, sendo também social e… político. Não por acaso, a Maçonaria foi perseguida, tanto por soviéticos quanto por nazifascistas; e não havia nada de religioso nisso. A exposição negativa da Maçonaria nas artes, como no filme “Do Inferno”, estrelado por Johnny Depp, tampouco foi religiosa. E até mesmo as leis e projetos de leis que pretendem desestimular policiais e juízes de serem maçons em alguns países não vislumbram religião, sendo baseados numa crença de que “maçom favorece maçom”.
Tudo isso é muito bem apresentado e analisado por Robert Cooper, um dos maiores historiadores da Maçonaria em todo o mundo, tendo servido por décadas como curador do Museu e da Biblioteca da Grande Loja da Escócia. Ele também é Past Master da prestigiada Loja de Pesquisas Quatuor Coronati, a mais antiga loja de pesquisas do mundo.
O seu modo de escrever é único. Cooper consegue entregar uma qualidade acadêmica de uma forma quase que informal. Detalhista, escolhe as palavras certas e, se não bastasse, as esclarece com notas. Nesta obra, por exemplo, são mais de 500 notas. Ainda, seu texto transpassa seu bom humor irônico, tornando a leitura, repleta de conteúdo, ainda assim divertida.
Boa parte da obra se dedica à perseguição aos maçons no Nazismo, período em que dezenas de milhares de maçons sofreram, não por serem judeus, ou comunistas, ou ciganos, mas simplesmente por serem maçons; e chama a atenção para o fato de que essa história não é pesquisada, contada e honrada, nem mesmo pelas entidades que se dedicam exclusivamente ao Holocausto. Cabe a nós, maçons, conhecê-la e divulgá-la.
Ainda, usando exemplos relativamente atuais ocorridos na Europa, principalmente na Escócia, Cooper mostra os desafios e riscos que a Maçonaria enfrenta hoje, frente a uma onda crescente de intolerância, turbinada por uma mídia tendenciosa e sensacionalista, que dá publicidade a teorias conspiratórias.
Enquanto edifícios maçônicos têm sido alvos de depredações nos EUA e, ainda pontualmente, no Brasil, a leitura de “O TRIÂNGULO VERMELHO” torna-se obrigatória para todo maçom que deseja melhor compreender esse fenômeno, bem como para aqueles preocupados em lidar com maçonofóbicos.
O livro, de 304 páginas, tem várias ilustrações dos fatos narrados, o que muito enriquece sua leitura. E, como não poderia deixar de ser, nossa editora caprichou na capa! Feita por Felipe Bandeira ela é inspirada no uniforme listrado que os prisioneiros usavam nos campos de concentração. O triângulo vermelho invertido era a marca que identificava no uniforme os maçons e outros “inimigos políticos”. Assim, prestamos nossa homenagem aos milhares de maçons perseguidos pelo nazismo, mas esquecidos por um mundo, parte ignorante disso, e parte maçonofóbico.
As Grandes Constituições de 1762 e 1786 são os alicerces do REAA, sendo observadas por todos os Supremos Conselhos do mundo, que frequentemente as mencionam em seus próprios estatutos. Inclusive, não é raro rituais de diferentes graus em diferentes jurisdições preverem a presença dessas Grandes Constituições sobre o altar, junto ao Livro Sagrado.
Você gostou da obra Ordem sobre o Caos? Então vai adorar As Grandes Constituições, pois complementa sua história e permite ver como muito do que é apresentado nos graus, títulos, cargos e costumes do REAA, é mais antigo do que muitas vezes se imagina. Você gostou de Moral e Dogma? Então vai gostar de conhecer o outro lado literário de Albert Pike, mais lógico e referenciado.
Nesta obra, você terá acesso à Constituição e Regulamento de 1762, que regia o Rito de Perfeição ou de Heredom, e às duas versões da Grande Constituição de 1786, tanto a Latina como a Francesa; todas compiladas por Albert Pike, enquanto Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho “Mãe do Mundo” (Jurisdição Sul dos EUA).
Pike também publicou uma extensa defesa de sua teoria sobre a autoria desses documentos e os fundadores do primeiro Supremo Conselho, mais conhecidos como os “Cavalheiros de Charleston”; defesa essa que ele chamou de “Investigação Histórica”. Dentre as muitas informações interessantes trazidas por Pike, tem-se, por exemplo, o texto da carta patente concedida a Étienne Morin, de 1762.
Tanto as Grandes Constituições quanto a Investigação Histórica de Pike foram traduzidas por Kennyo Ismail, que incluiu mais de 170 notas explicativas, de modo a colaborar para a melhor compreensão do leitor. Aquele que já teve contato com alguma obra de Pike se surpreenderá com o quanto ele foi metódico em seu compilado e no relatório de Investigação Histórica, realizando uma série de citações diretas e indiretas e indicando devidamente suas autorias. Kennyo Ismail conseguiu reunir essas referências, que agora podem ser consultadas, por meio do QR Code disponibilizado ao final da obra. E nas considerações finais, ele apresenta uma análise inédita sobre a gênese do REAA e de sua legislação histórica.
A obra conta com miolo impresso em papel avena e capa dura em preto fosco, gravada com tinta cor de ouro envelhecido. E ainda para coroar esta publicação, a obra apresenta uma declaração de autenticidade escrita por Pike de próprio punho!
As Grandes Constituições de 1762 e 1786 são os alicerces do Rito Escocês Antigo e Aceito, sendo observadas por todos os Supremos Conselhos do REAA no mundo, que frequentemente as mencionam em seus próprios estatutos. Inclusive, não é raro rituais de diferentes graus em diferentes jurisdições preverem a presença dessas Grandes Constituições sobre o altar, junto ao Livro Sagrado.
Você gostou da obra Ordem sobre o Caos? Então vai adorar As Grandes Constituições, pois complementa sua história e permite ver como muito do que é apresentado nos graus, títulos, cargos e costumes do REAA, é mais antigo do que muitas vezes se imagina. Você gostou de Moral e Dogma? Então vai gostar de conhecer o outro lado literário de Albert Pike, mais lógico e referenciado.
Nesta obra, você terá acesso à Constituição e Regulamento de 1762, que regia o Rito de Perfeição ou de Heredom, e às duas versões da Grande Constituição de 1786, tanto a Latina como a Francesa; todas compiladas por Albert Pike, enquanto Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho “Mãe do Mundo” (Jurisdição Sul dos EUA).
Pike também publicou uma extensa defesa de sua teoria sobre a autoria desses documentos e os fundadores do primeiro Supremo Conselho, mais conhecidos como os “Cavalheiros de Charleston”; defesa essa que ele chamou de “Investigação Histórica”. Dentre as muitas informações interessantes trazidas por Pike, tem-se, por exemplo, o texto da carta-patente concedida a Etienne Morin, de 1762.
Tanto as Grandes Constituições quanto a Investigação Histórica de Pike foram traduzidas por Kennyo Ismail, que incluiu mais de 170 notas explicativas, de modo a colaborar para a melhor compreensão do leitor. Aquele que já teve contato com alguma obra de Pike observará o quanto ele foi metódico em seu compilado e no relatório de Investigação Histórica, realizando uma série de citações diretas e indiretas e indicando devidamente suas autorias. Kennyo Ismail conseguiu reunir essas referências, que agora poderão ser consultadas, por meio do QR Code disponibilizado ao final da obra. E nas considerações finais, ele apresenta uma análise inédita sobre a gênese do REAA e de sua legislação histórica.
A obra contará com miolo impresso em papel avena e capa dura. E para coroar esta publicação, a obra apresenta uma declaração de autenticidade escrita por Pike de próprio punho!
Esta obra, “Breviário Maçônico do Século XXI”, de Kennyo Ismail, explora a proposta antiga e bem conhecida de um breviário, ou seja, de um livro formado por breves textos, um para cada dia do ano, mas, neste caso, todos produzidos com método e baseados em evidências e referências válidas, resultando em conhecimento maçônico produzido com qualidade, profissionalismo e rigor.
Por isso, o Breviário Maçônico do Século XXI não é um livro de bolso, com textos de um minuto, mas um livro em tamanho comum (16x23cm), com um compêndio de textos referenciados para leitura diária ou pesquisa temática via índice remissivo. Cada um dos 365 artigos foi referenciado via notas de rodapé e a obra soma incríveis 1.370 notas! História, simbologia, ritos, ordens, termos, cargos, autores, personagens, países, virtudes e conceitos maçônicos em um só lugar!
A obra foi recentemente publicada graças a uma campanha bem sucedida de financiamento coletivo via Catarse. Estamos finalizando os envios das últimas recompensas aos apoiadores do projeto, mas já disponibilizamos os exemplares remanescentes para aquisição pelo link: https://noesquadro.com.br/loja/
Em tempo, informamos que, assim como ocorre com outros títulos de nossa editora, quando os exemplares remanescentes se esgotarem, não temos previsão para uma nova tiragem. Por isso, não deixe para a última hora e garanta já o seu.
“O Vigilante da Loja (…) testará a arte da memória e o conhecimento de cada Companheiro e de cada Aprendiz” (II Estatuto de Schaw, 1599).
Todo maçom interessado na história da Maçonaria sabe a relevância dos Estatutos de Schaw para o desenvolvimento da Maçonaria como a conhecemos. O que muitos não se deram conta é da menção direta de Schaw à “Arte da Memória”, e tudo o que isso significava em sua época.
Os dois maiores historiadores da Maçonaria da Escócia, Robert Cooper e David Stevenson, já chamaram a atenção para esse ponto, que é explorado mais a fundo por Martin Faulks nesta obra, “UM PALÁCIO MOSAICO: a Maçonaria e a Arte da Memória”. Pra quem ainda não conhece o Irmão Martin Faulks, ele é membro da Quatuor Coronati e Diretor Administrativo da Lewis, a mais antiga e maior editora maçônica do mundo.
Você já se perguntou como as pessoas antigamente decoravam centenas de poesias, capítulos inteiros de livros, gigantescos discursos e sermões, com tanta facilidade? Nesta obra, Faulks aborda o método usado desde a Grécia Antiga, de se construir na mente um verdadeiro palácio, que serve de armazém de memórias e pode ser facilmente visitado. Ele mostra como esse, e outros métodos clássicos da Arte da Memória, estão presentes na Maçonaria desde os primeiros rituais; como podem ter colaborado para suas preservações ao longo do tempo; e como podemos utilizar o templo maçônico como um palácio para memorizar uma infinidade de conteúdo, maçônico e não maçônico.
Assim, esta pequena obra traz uma grande contribuição à Maçonaria, não apenas histórica, ao desvelar uma peça-chave dos Estatutos de Schaw, mas também de ordem prática, nos proporcionando uma nova compreensão sobre os templos maçônicos, os painéis dos graus e seus rituais.
A tradução é de Kennyo Ismail e a capa é de Felipe Bandeira, ambos veteranos na editora No Esquadro.
Veja a opinião do Dr. Robert Lomas, autor do best-seller “A Chave de Hiram” e de vários outros livros maçônicos, sobre esta obra:
“Este livro é uma maravilhosa visão geral das técnicas tradicionais de memorização que foram usadas pelos primeiros filósofos, místicos cristãos, bardos, contadores de histórias e pelos primeiros praticantes da Maçonaria, e também revela o profundo propósito espiritual da nossa Antiga Arte da Memória. Achei tão convincente que não consegui largá-lo até lê-lo completamente” Robert Lomas, autor de “A Chave de Hiram”.
O livro Ahiman Rezon – A Constituição dos Maçons Antigos – foi escrito por Laurence Dermott, então Grande Secretário da Grande Loja dos Antigos, há mais de 260 anos. Esta é a tradução comentada da 3a. e mais polêmica edição, escrita no auge do conflito entre Antigos e Modernos, que apresenta as Antigas Obrigações e evidencia o abismo entre as práticas maçônicas mais antigas e as diversas modernizações inventadas pelos chamados “Modernos”.
São muitos os irmãos que fazem contato procurando exemplares da AHIMAN REZON, esgotados desde 2022. Atendendo a esses pedidos, nós, da No Esquadro, decidimos lançar uma 2ª edição da obra, revisada.
A obra será publicada em capa dura e miolo em papel amarelado, com as gravuras e formato originais, de modo a proporcionar ao leitor a experiência de ler uma obra de tal antiguidade. Os comentários do tradutor, Kennyo Ismail, são apresentados como notas de rodapé, seguindo a mesma formatação das notas apresentadas por Dermott e pelo filósofo John Locke.
Ahiman Rezon é como um elo perdido que permite a identificação e compreensão das distintas características ritualísticas dos Antigos e dos Modernos, que sobrevivem escancaradamente nos ritos maçônicas em prática no Brasil.