RETROSPECTIVA – NATAL: JESUS NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO???
Recordando um texto do ano passado sobre o Natal:
Não. Simplesmente não se sabe a data em que Jesus nasceu. Não há essa informação na bíblia. A data de 25 de dezembro foi escolhida muitos anos depois, por decreto.
O dia 25 de dezembro nada mais é do que o Solstício de Inverno. Era costume de vários povos realizar grandes festas nesse dia. Os Celtas celebravam no dia 25 de dezembro, se preparando para o difícil inverno que iriam enfrentar. Os antigos Romanos homenageavam nessa data o deus Saturno, deus da agricultura, pois durante o inverno eles deixavam a terra descansar. Já o imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como o “Dia do Nascimento do Sol Invencível”, dia no qual o nascimento do deus Sol era comemorado. Tratava-se do deus persa Mitra, muito venerado na região de Roma. A decisão do referido Papa foi de “cristianizar” as comemorações da data, igualando Jesus ao venerado deus Sol, de forma a facilitar a conversão daqueles chamados “pagãos”, já que as comemorações já faziam parte dos costumes dos povos, principalmente do povo de Roma, onde a própria Igreja estava sediada.
Então que dia Jesus nasceu? Essa é uma pergunta difícil de se responder, porém, pode-se afirmar que não foi em Dezembro.
Conforme o Evangelho de Lucas, quando Jesus nasceu, haviam pastores à noite no campo, com seus rebanhos. Isso seria impossível em dezembro, que é uma época de frio intenso na região de Belém, e que os pastores costumavam abrigar seus rebanhos para que não morressem de frio. Assim como nesse período seria impossível, por causa das baixas temperaturas, realizar um parto em um estábulo, ou mesmo em uma cabana, conforme algumas traduções. O mais provável é, na situação comentada pelo Evangelho, Jesus tenha nascido entre os meses de Março e Outubro, ou seja, fora do período de Inverno.
MAÇONS que MUDARAM a MAÇONARIA: WILLIAM SCHAW
O rei James VI é tido por muitos como o primeiro monarca maçom. Seu “Mestre de Obras” era William Schaw, o qual foi escolhido por James VI para liderar os maçons da Escócia, presidindo suas cerimônias sagradas. Isso mesmo: No final do século XVI, mais de cem anos antes do surgimento da Primeira Grande Loja, a Grande Loja da Inglaterra, os maçons escoceses já possuíam “cerimônias sagradas”, o que mostra que não eram apenas simples pedreiros. Alguns dos pontos mais interessantes dos Estatutos de Schaw são sobre a “arte da memória”, o uso de luvas, e a existência de banquetes maçônicos, pontos esses que sobreviveram na Maçonaria até os dias de hoje.
REFLEXÕES PRECEDENTES
O espaço é pouco, o lugar quente e úmido
O breu é abalado pela chama duma vela
Estou trancado num lugar em luto.
Luto de quem? Eu me pergunto
Enquanto olho à mesa em minha frente
Então me deparo com uma resposta
ARTE REAL: MEMORIZAÇÃO E RETÓRICA
Imagine um mundo em que as artes cênicas fossem diferentes, ou melhor, não fossem arte. Um mundo em que você liga a sua TV à noite e os atores da novela estão com seus scripts, lendo suas falas. Aquela sensação fictícia de estar assistindo a vida real, que tanto prende famílias no sofá ao final dos dias, vai se distanciando a cada olhar da atriz ao papel à sua frente.
O exemplo inicialmente dado demonstra claramente que uma mensagem lida não alcança o espectador ou participante com a mesma proporção e intensidade que uma mensagem declamada. A Maçonaria possui muitas belas e importantes mensagens, as quais merecem ser transmitidas na devida forma.
