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ACEITOS

Ternos negros em noites tranquilas

Ou mesmo inquietas pela chuva ou vento

Lâminas opacas de espadas antigas

Mas tirar uma vida não é o intento.

 

Madeiras antigas de móveis em triângulo

De tempo e de incenso aparenta o cheiro

Contrastam com pisos de pedras polidas

Que refletem um belo céu de brigadeiro.

 

Peças de couro, brancas como lírios

Distinguem homens de lobos e meninos

Enquanto palavras ditas em tom ameno

Citam Aslan, Prober, Castellani e Camino.

 

Antigo e Aceito é chamado o trabalho

Antigos móveis, paramentos, livros, espadas

Aceitos, homens livres e de bons costumes

Seu símbolo: a águia bicéfala coroada.

 

Kennyo Ismail

3 comentários sobre “ACEITOS

  1. Parabéns pelo poema, meu Ir.’. Kennyo.

    Nos faz bem estas ‘aventuras’ literárias suas, pois, permanecendo na temática maçônica, somos brindados com outros tipos de produção de vossa parte.

    TFA

  2. Prezado irmão Kennyo, meus comprimentos pelo pelo estro inconfundivel, de versos tão vivos quanto belos.

  3. Lindo poema, mas acredito ter entendido a Real mensagem do autor. O que devo fazer agora para ser aceito e iniciado. Estou passando por uma faze de transição da minha vida estou mais conectado com meu interior e com os sentidos apurados. Conversei com um amigo e expliquei minha situação ao fim da nossa conversa ele se levantou e cumprimentou-me de uma forma diferente da de costume. Só percebi agora que estas pessoas que me cumprimentaram desta mesma forma foi também em momentos delicados da minha vida. Desculpem pelo comentário longo, precisava escrever o que estou sentindo e me senti Seguro aqui.

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