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HISTÓRIA DA MAÇONARIA BRASILEIRA PARA ADULTOS

Com prefácio do então Secretário-Geral da CMSB, Etevaldo Barcelos Fontenele, e posfácio do Presidente da COMAB, Gilberto lima da Silva, o livro, que conta com mais uma capa do irmão e ilustrador João Guilherme da Cruz Ribeiro, promove a máxima de que “a maçonaria que não conhece a sua história está condenada a repeti-la”.

A intenção é apresentar interessantes fatos históricos da maçonaria brasileira, alguns deles estranhamente desconhecidos por muitos dos irmãos, de forma nua e crua, apresentando questionamentos onde cabem e colocando o dedo na ferida dos erros, muitas vezes escondidos por frágeis curativos literários.

A obra apresenta um cruzamento analítico das duas histórias, a do Brasil e a da Maçonaria brasileira. Dividida em três grandes capítulos, relativos aos acontecimentos maçônicos ocorridos nos séculos XIX, quando a Maçonaria brasileira rapidamente alcançou seu ápice político e social; XX, quando sofreu duros golpes internos e externos, adormecendo política e socialmente; e XXI, quando se vê os primeiros sinais de um possível despertar.

Você pode encontrar a obra na loja virtual da editora ou em livrarias e outras lojas virtuais.

4 comentários sobre “HISTÓRIA DA MAÇONARIA BRASILEIRA PARA ADULTOS

  1. Livro maravilhoso. Aproveitei e comprei outros que o irmão aqui comentou: Gênese da maçonaria no Brasil, Ahiman rezon e os fios da meada. Muito obrigado e um TFA de seus irmãos do extremo sul da Bahia.

  2. Ótimo livro! Leitura fácil, conteúdo incrível e no final sobra um gosto de quero mais .

    1. Que história maravilhosa, algo perfeito e justo, um conhecimento que se transforma em sabedoria para o presente e futuro. TFA

  3. Prezado Ir:. Kennyo – Pesquisei mais de 200 Boletins Oficiais do GOB, ATAS, Decretos, etc. e escrevi um livro (parece que passou de 700 páginas. Uma editora conhecida recusou, pelo tamanho e pelo assunto- História. Estou em entendimentos com outra, mas creio que terei que fracionar o livro). Provo que o discurso de Ledo foi lido na sessão de 9 de setembro de 1822 e não 20 de agosto (aliás, nesta data nem sessão houve no GOB). O calendário maçônico, como afirmou Castelani, começava no dia 21 de março (e não 1 de março). Basta ver a capa da Constituição de 1839, onde está registrado: 12º-6 MEZ-5839-/ 1.9.1839 (basta fazer os cálculos, se o 12º dia do 6º mês de 5839 corresponde a 1.9.1839- o 20º dia do 6 Mez seria 9.9. Junto cópias de decretos, boletins, etc., comprovando essa data.
    Mostro o falso título de Patriarca concedido a Bonifácio e informo a origem do título (depoimento do General Beaurepaire Rohan em 1832). Registro que os maçons pernambucanos, em articulação com os adeptos de Napoleão, montaram em Recife um projeto para resgatar o imperador em Santa Helena (fica entre o Brasil e a África), armaram um navio para resgata-lo e traze-lo para Fernando de Noronha, onde aguardaria o movimento que seus seguidores deflagariam na França para o seu retorno. Em troca obtiveram o apoio dos franceses para a Revolução Pernambucana de 1817 ( a história informa que navios franceses estavam em Recife quando eclodiu o movimento). Não prosperou, todavia, o projeto, pois a Inglaterra mantinha forte vigilância na ilha. Há muito mais, mas ainda não consegui edita-lo. Há fatos que vão incomodar, mas não sou o autor deles, apenas os registro. Grato pela tolerância. TFA. Paulo Maurício.

    Kennyo Ismail – Prezado Ir. Paulo Maurício, quanto mais livros bem embasados e referenciados, melhor para a Ordem. Entre em contato comigo em PVT e terei prazer em tentar ajudá-lo a publicar: kennyoismail@noesquadro.com.br

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