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Porque a Maçonaria Brasileira está perdida: tirando os olhos do passado e do próprio umbigo

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Arte: João Guilherme

Compreender a Maçonaria não é matéria simples, mas com certeza é algo interessante. Como bem registrou o historiador britânico John Morris Roberts, certamente há algo de relevante em uma instituição cujos Grão-Mestres ingleses têm sido sempre nobres, incluindo sete príncipes herdeiros do trono, enquanto que em outras regiões e momentos a Maçonaria foi perseguida pelos nazistas, condenada por Bulas Papais e denunciada pelo Comintern, o comitê comunista internacional.

Mas para compreender a razão dessa instituição estar, durante séculos, atraindo os mais distintos homens, deve-se, primeiramente, compreender o que ela realmente é. No entanto, há diversas e distintas definições da Maçonaria, não havendo uma que seja oficial da instituição ou mesmo que descreva satisfatoriamente o que realmente a Maçonaria é.

A definição mais comum de Maçonaria em uso em todo o mundo é a de que Maçonaria é “um belo sistema de moralidade velado em alegoria e ilustrado por símbolos”. Essa definição é derivada de outra, de autoria de William Preston, que considera a Maçonaria “um sistema regular de moralidade, concebido em uma tensão de interessantes alegorias, que desdobra suas belezas ao requerente sincero e trabalhador”. Porém, o que essas definições não explicitam é: Quais seus princípios fundamentais? Seus propósitos? Sua razão de existir?

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27 comentários sobre “Porque a Maçonaria Brasileira está perdida: tirando os olhos do passado e do próprio umbigo

  1. primoroso…

  2. Um pequeno adendo: A Fundação São João é vinculada ao GORGS e não as GLMERGS.
    No mais, magnífico texto.
    Obrigado pelo excelente site.

    Kennyo Ismail – Obrigado pela colaboração, Gustavo. Será levada em consideração. Em tempo, o website da Fundação informa que ela é ligada à MURGS – Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul.

    1. Kennyo,
      A FSJ é ligada à MURGS, mas foi instituída e é mantida pelo GORGS.

      Segue link do Estatuto da Fundação: http://www.fundacaosaojoao.com.br/docs/estatuto.pdf

  3. Querido Ir.’. Kennyo, tudo bem?

    Eu vejo por um outro ponto de vista… Sem desmerecer todos os esforços da maçonaria no que tange a caridade até os dias de hoje, mas eu vejo uma maior preocupação hoje em dia.
    Ou seja, não que ela esteja perdida e sim começou a trilhar mais nesse rumo nos últimos tempos. Digamos que estou vendo pela perspectiva otimista..rs
    Uma das ressalvas que faço, foi a própria alteração de secreto para discreto que mudou nos últimos 20 ou 30 anos.
    Não sei se foi o período turbulento ao qual vem desde a época da proclamação da republica com uma relação de amor e ódio com a sociedade que impossibilitou a Maçonaria brasileira ter mais participação e assim mais estrutura caridosa.
    Aqui posso estar falando uma besteira, mas ter sido maçom nos EUA foi muito mais fácil do que aqui.
    Como você bem pesquisou e nos trouxe os números, somos cerca de 200 mil sendo que lá estão 1 milhão e 300 mil dos nossos irmãos.
    Ainda sim, é de muita importância trazer a tona o lema original da Maçonaria, e com irmãos como você vamos sempre evoluir!
    Finalmente, meus parabéns! O site, os trabalhos e as suas ideias me ajudam bastante, eu que sou um caçula!
    TFA!!

    Kennyo Ismail – Meu Ir.´. Gabriel, vou tomar a liberdade de aproveitar seu comentário para fazer uma observação. Realizamos esse tipo de estudo com certo rigor científico exatamente para verificar a realidade, para ver se o nosso “ponto de vista” não está nos dando um “golpe de vista”, ou seja, se nosso achismo não está nos enganando. Como exemplo, onde alguém pode ver uma maior preocupação hoje em dia, pela perspectiva otimista, o estudo indica quantitativa e qualitativamente nenhuma evolução e um relativo abandono por parte da Maçonaria Brasileira. Se a preocupação aumentou no discurso, o correspondente não ocorreu nas ações. Pelo contrário, as informações que chegam é de Lojas que possuiam escolas e hospitais não mais os tem. Mesmo se levarmos em conta o número de Irmãos, considerando que os EUA têm 7 vezes mais Irmãos, mesmo multiplicando os programas filantrópicos da Maçonaria Brasileira por 7, por exemplo, não chegam nem na metade da quantidade dos EUA. Essa é a realidade. A relação turbulenta de amor e ódio da Maçonaria com a sociedade brasileira pós-proclamação também não justifica se observarmos que a situação foi bem pior nos EUA, quando surgiu até mesmo o Partido Anti-Maçônico, partido político regular e legal contra a Maçonaria, coisa que no Brasil nem se imaginou. TFA, Kennyo Ismail.

    1. tudo isso é porque os brasileiros, além de ser pouco ligados ao sentimento de “nação” tem uma ética e moral muito próprias…

  4. Querido Ir.’. Kennyo! Tudo bem?!

    Me desculpe, acabei desconsiderando que o trabalho foi com métodos científicos, e sendo assim, contra fatos não ha argumentos! Quis discorrer um pequeno debate para entendermos melhor as origens de forma informal.
    TFA!
    Gabriel Paulino

    Kennyo Ismail – Meu Irmão Gabriel, não há o que desculpar. Pelo contrário, agradeço seu comentário pela oportunidade de comentar a respeito, cuja resposta foi mais voltada àqueles que dizem simplesmente: “Eu discordo!” sem dizer porque, como, etc.

  5. O Rotary, Lions e Kiwanis sempre trabalharam mais com o RELIF e estão em forte crise.
    Os hospitais dos shriners correm o risco de fechamento.
    Parece que a maneira de fazer caridade tambem esta mudando.
    As ongs oferecem maneiras especificas e profissionais de serviço, se adquando as necessidades e interesses de cada um.
    A maçonaria vai ter grandes dificuldades, mesmo com aumento na prestação de atividades filantropicas.

    Kennyo Ismail – André, sobre aumento na prestação de atividades filantrópicas, isso não está ocorrendo na Maçonaria Brasileira. O que os dados indicam é uma estagnação, após um período de decadência. Quanto a Rotary, Lions e Kiwanis, não tenho notícia dessa forte crise, mas não posso afirmar nada, pois não sou membro e não tenho acesso a dados. Evito de fazer qualquer tipo de chute e promover achismos. Já quanto a Shriners, posso lhe garantir que você está equivocado. Shriners tem autonomia financeira administrativa, os 22 hospitais são referências mundiais e o plano é de expansão, com a abertura de novos hospitais, o próximo inclusive no Brasil.

  6. Meu irmão Kennyo Ismail,concordo plenamente com o seu artigo,gostaria de apresentar o mesmo na minha Loja,contando com a sua aprovação.

    Tenho duvidas em outros assuntos como fazer para entrar em contato com voce

    T F A Paulo Juarez

    Kennyo Ismail – Meu Irmão, envie e-mail para kennyoismail@noesquadro.com.br

  7. Excelente estudo. Em minha opinião a adesão ao lema "Liberdade – Igualdade – Fraternidade" marcou a consolidação da adesão a reboque da Maçonaria às querelas políticas e sectárias profanas. Esta "tomada de posição" é contraditória, a meu ver, com a busca da Verdade pregada na Ordem.

  8. Kennyo, boa tarde!
    Não consegui acessar o anexo deste post… seria possível disponibiizá-lo?
    Grato

    Kennyo Ismail – Rodrigo, enviei para seu e-mail.

  9. Prezado Ir.’. Kennyo, como vai?

    Excelente pesquisa Ir.’.! São raros os trabalhos na ordem que tratam do tema de forma imparcial, sem promover todo aquele “bla bla bla” de enaltecimento da mesma que muitas vezes me irrita (o que tem de “irmão pavão” poraí…)

    Agora eu acho que também caberia um estudo sociológico referente ao perfil do maçom brasileiro. Infelizmente, muitas vezes, vemos irmãos que estão na ordem pelo seus “status”, sua “grandeza” e, obviamente pelos contatos. Tal enaltecimento é inclusive incentivado pelas Potências, vide os textos de apresentação nos sites.

    Além disso, esse comportamento se dá muitas vezes pela forma com a qual escolhemos os profanos para entrar na ordem. Já vi muitos profanos com os melhores e mais sinceros desejos de entrar na ordem para servir e fazer o bem serem escurraçados por irmãos por simplesmente perguntarem “Tem que ser mesmo indicado? Gostaria muito de ser maçom, mas não conheço nenhum membro”. Nesse aspecto várias Lojas norte americanas (e mesmo a GLUI) tem um link para que profanos possam entrar em contato para conhecer mais e, quem sabem, serem indicados. Aqui não, parece que “quanto mais difícil o acesso, melhor”…

    Fraternais abraços, multiplicados à moda!

  10. Esse trabalho é um tapa na cara, em face da preguiça que toma conta de alguns irmão!

  11. Excelente trabalho, análise bem feita, indicadores bem fundamentados e fica a reflexão "temos a responsabilidade de ser a mudança que queremos no mundo".
    TFA

  12. IIR.'.
    S.'.F.'.U.'.

  13. Kennyo, considero este artigo como um dos mais importantes que já li, em quase três décadas de Ordem.
    Penso que a Maçonaria brasileira está mudando e mudando rápido, por conta das ordens para-maçônicas. Se repararmos bem, nunca tivemos tantos não-maçons participando e freqüentando nossos templos. Estamos deixando de ser um clubinho fechado. E é bom frisar que o objetivo principal dessas ordens é a filantropia.
    Quando a Estrela do Oriente “pegar” e a mulherada maior de idade “engatar uma primeira”…

    Parabéns pelos artigos, tenho citado freqüentemente seu nome.

    Fraternal abraço,

    Vicente Alberto
    Loja Luzes da Fraternidade e Justiça
    Francisco Sá (MG)

  14. Gostei muito de suas analises. São constatações, não criticas. A maçonaria brasileira está exangue, dirigida por pavões e faisões imperiais e não por verdadeiros obreiros.

  15. Caro Ir.: Kennyo, parabéns pelo apuro e cuidado apresentado em seu estudo. Não há o que se falar em gostar ou não gostar do conteúdo e resultado, muito menos questionar a metodologia utilizada, muito clara e pertinente. Tenho 18 anos de maçonaria e já frequentei assiduamente várias Lojas, de distintas potências, em dois Estados, tendo me filiado a 3 diferentes Lojas, por esta razão tomo a liberdade de acrescentar que a Maçonaria brasileira está perdida também em razão de um falso rigorismo na seleção, que, por vezes acreditamos que nem Cristo seria admitido em algumas lojas; paradoxalmente, entretanto, admitem-se candidatos sem o menor pendor para o estudo, nem mesmo para a leitura. Acredito que cada Loja devesse buscar uma ação, uma motivação, um lema individual e particular, que orientasse o planejamento de sua atuação. Particularmente acredito que a escola pública, a educação de maneira mais ampla, devesse ser o foco da atuação de nós, maçons.

    É muito bom ler seus artigos e comentários. Obrigado!

    Renato Vieira de Andrade

  16. "Fato é que, no Brasil, qualquer centro espírita com uma
    dúzia de membros, por exemplo, faz mais pela
    sociedade do que uma Obediência Maçônica, que conta com milhares de membros" – Vergonhoso. Uma pena que tão sublime ordem esteja se tornando, cada vez mais, um "clubinho", realmente perdida em alegorias superficiais, desonrando seu verdadeiro propósito, significado, e riquíssima simbologia.

  17. Abraços fraternais a todos .
    Kennyo, dando uma olhada e lendo o seu artigo e os demais comentários, longe de mim qualquer crítica a quem quer que seja, pelo tempo que tenho na Ordem, vejo que hoje a vontade da maioria dos Maçons, acham e querem que a Maçonaria seja uma instituição benemerente, coisa que ela em sua essência não é. A benemerência faz parte do contexto e de nossa filosofia mas não é e nunca foi o mote princiapal. Muitos deverão indagar, o que é então. Ao consultarmos a nossa Constituição logo nas páginas iniciais ela se especifica o que se pretende e é lógico que a benemerência alí está imbutida, mas como já disse não é o mote principal. Quanto à sua preocupação com o destino e a inércia da Ordem parece-me que é uma preocupação da maioria dos maçons , maçons. Na realidade, como no passado, a maçonaria em sí nunca foi tudo que se diz dela. Os grandes movimentos foram incentivados por Maçons e nunca pela própria Ordem como um todo. Quando os movimentos que dizem ser da Maçonaria florescem e dão certo aí aparece o nome da Maçonaria como Ordem, e na maioria das vezes ditos por não maçons. Muito se poderia falr a respeito mas o espaço é esiguo e muita outras colocações poderiam ser debatidas. Na verdade, todos têm a fórmula mas não conseguimos achar o meio termo e empregá-la. Quando chega hora de se arregaçar as mangas e ir para o trabalho… tem meia dúzia que o fazem. Falta motivação, coragem, um plano de ação detalhado em que todos com responsabilidade, assumam seus postos. Vamos parar por aquí. Estou disposto a aberto às várias vertentes da “verdade”, sejam individuais ou coletivas.Abração.

    Kennyo Ismail – Prezado Antônio, é exatamente essa certeza que você tem do que a Maçonaria é ou deixa de ser que estamos tentando questionar aqui. Principalmente quando essa certeza é, conforme suas próprias palavras, baseada nas páginas iniciais de uma constituição específica de uma Obediência específica, enquanto que a instituição é universal. Constituição essa que, diga-se de passagem, é bem mais recente do que a antiguidade de nossa Instituição. Enfim, o artigo tem muitas páginas que parece que deixaram de ser lidas. Em resumo, foi apresentado um Lema muito mais antigo e originalmente maçônico do que um lema emprestado da Revolução Francesa, e nesse lema original, ainda utilizado por mais de 2/3 dos maçons do mundo, a Caridade é um dos três pilares. Não vejo como a constituição recente de obediência brasileira pode servir de argumento nesse caso. Abraços.

    1. Kennyo. Bom dia, boa tarde ou boa noite. Agora sim parece-me que vc e não eu agiu como verdadeiro e fiel Irmão. Estou na Ordem ha muitos e muitos anos e já cursei todo os Graus do REAA. Desnecessário dizer que sou um admirador e tento estudar a Maçonaria em seus diversos aspectos e nuances. Está muito dificil analisá-la sem quebrar alguns tabus e muitos achismos.Vc bem disse que oa nossa Constituição é muito recente e talvez fuja da das antiguidade.Mas isso não nos faz menos maçons em segui-la, afinal vivemos aquí e não na Inglaterra, França ou Portugal, talvez o berço de nossa Ordem. ao ser instalada no Brasi, foram estrangeiros vindos dessas plagas que nos trouxeram os princípios que talvez por falta também de estudos, não nos transmitiram a verdade do que se pratica em seus paises. Isso é uma conjectura e não neessariamente uma verdade.Somos um país jovem e se considerarmos 1717 somos jovens também desde a sua reformulação que gera até hoje “sismas” entre os seus Irmãos.Ela a Maçonaria tem sofrido através dos tempos, todo tipo de difamação e desrespeito mais dentro das lojas pelos maçons, que pelo mundo profano que nos admira. Os nossos maiores inimigos são os maçons (ditos profanos de avental).Também acho que a maçonaria brasileira está perdida no tempo e no espaço, procurando à sua moda fazer sòmente que a Ordem sobreviva mesmo que a reboque. Vou parar por aquí e quero te agradecer pela atenção e pelo trabalho desenvolvido. Abraços.

  18. Olá!

    Parece-me que o meu comentário não foi repetitivo. Afirmo em alto e bom som o que realmente penso. Se o seu site não aceita comentários. Até mais.

    Kennyo Ismail – Caaaalma, caaaalma… Não adianta enviar um comentário apenas dois minutos depois de enviar o primeiro. Eu trabalho e não posso conferir os comentários a cada minuto, ok? Obrigado pela compreensão e paciência.

  19. Thiago. Vc certamente tem razão quando visualiza a Maçonaria como um clube de beneficência, mas não é assim que ela funciona. Pergunto vc é Maçom?

  20. KalAvaré Kalaf Prezado. Não vejo a Maçonaria como um clube de beneficência, não foi isso que quis dizer com "clubinho". O meu "clubinho" no comentário tem um significado bem mais pejorativo. Contudo, deveria ser primazia dos Irmãos Maçons, todos, a beneficência, a caridade sob todas as suas formas. Quem faz parte de uma ordem como a Maçonaria, da mão direita, já deveria saber e sentir o verdadeiro significado da caridade e o que representa, pois é disso que trata o caminho, e é isso que suponho que a maravilhosa ritualística maçom busque, auxiliar os que estão nesse caminho a buscar o aprimoramento, a lapidação de sua pedra bruta, e em última instância, almejar a iluminação; pela virtude, e pelo amor, cuja manifestação mais objetiva e material é a caridade. Mas o que se observa, em MUITOS lugares, é o que o digníssimo Kennyo Ismail relatou, "que um centro espírita com uma dúzia de membros, faz mais pela sociedade do que a Maçonaria." Nesse sentido, se os membros de uma loja, ou a maioria das lojas de toda uma obediência não primam por serem realmente obreiras, acaba que em muitos locais, lojas maçonicas são clubinhos da cidade onde pessoas mais importantes, mais influentes e/ou mais abastadas são congregadas. (Sei que este não é um critério objetivo para que a pessoa seja ou não maçom, é um critério complementar e mas subjetivo, não é primordial nem excludente). Não, não tenho a honra de ser maçom, mas ficaria decepcionado se um dia viesse a ser, e encontrasse lá pessoas que tratam a maçonaria como um clubinho, assim como relatei.

  21. Thiago de Liz Se vc não é Maçom talvez essa sua opinião esteja errada já pensou nisso? pois se vc não tem conhecimento do conteúdo todo não deve julgar o pouquinho que se visualiza. Abraços.

  22. KalAvaré Kalaf . Eu acho que você nem sequer se deu ao trabalho de ler meu comentário, assim como provavelmente NÃO LEU TODO O ARTIGO ACIMA. Quem escreveu: "Fato é que, no Brasil, qualquer centro espírita com uma
    dúzia de membros, por exemplo, faz mais pela
    sociedade do que uma Obediência Maçônica, que conta com milhares de membros" FOI O KENNYO ISMAIL, Maçom conhecido, dono deste site, autor de livro (s) e inúmeros artigos publicados desmistificando vários temas relacionados à Maçonaria. Eu só corroborei e completei a opinião dele. Ficaria honrado se, ao invés de você criticar VAGAMENTE o que eu disse, que você dissesse onde é no meu comentário, ou na minha resposta, que eu me equivoquei. Eu teci VÁRIOS ELOGIOS, à verdadeira Maçonaria, e aos VERDADEIROS maçons, os realmente sinceros, os dedicados, os obreiros. Já que você tem o "conhecimento todo", dê-se ao trabalho de LER e COMPREENDER a minha resposta, e aí emita sua opinião, seu julgamento, com CONTEÚDO de quem tem o conhecimento todo. Caso contrário, é você quem não deve criticar um comentário que você não compreendeu.

    1. Olá Thiago. Eu lí sim o seu comentário e sòmente acrescí a minha humilde opinião pois acho e assim que deve ser. A gente não deve “apoiar” ou fazer comentários do que a gente desconhece. O Kennyo com certeza fez uma análise do que para ele é o certo e isso não quer dizer também que ele como um estudioso esteja completamente com a razão. Se nos desentendemos nos comentários peço-lhe desculpas. Não foi essa aminha intenção e é por isso que não gosto de postar “coisas” da maçonaria em blogs ou qualquer outo meio. Acho que roupa suja a gente tem e deve lavar em casa. Sensacionalismo não traz naa, nem adiciona. Se nós tivessemos a solução seria maravilhoso. É comum no ser humano emitir opiniões as quais nem sempre são verdadeiras em sua totalidade. São maneiras de ver e sentir. Só isso. Desculpe-me mais uma vez. Longe de mim querer polemizar. Abraços.

  23. Parabéns!

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