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SHAKESPEARE & MAÇONARIA

Todos sabem que William Shakespeare é, sem sombra de dúvidas, o maior dramaturgo da história. Mas o que talvez poucos imaginem é que, entre tantos assuntos abordados por Shakespeare em suas inúmeras obras, um deles é a Maçonaria.
A Sublime Ordem pode ser encontrada de forma discreta em várias das obras de Shakespeare. Entre elas, podemos destacar as seguintes passagens:

Obra: “Coriolanus”
“Belo trabalho o vosso e o desses homens de avental, que importância dais tanto aos votos dos artífices…”
Obra: “Ricardo III”
“Podes, Ricardo, quando eu próprio o souber, porque juro que não sei ainda, mas, pelo que ouvi, ele crê em profecias e em sonhos, e do alfabeto escolhe a letra “G”.

Por conta dessas e outras tantas passagens relacionadas ao Antigo Ofício, alguns Irmãos querem crer que Shakespeare era um maçom. E há ainda alguns desejosos de que Shakespeare seja o pai da Maçonaria Especulativa. É importante ressaltar que não há qualquer prova ou mesmo o menor indício de que Shakespeare teria sido iniciado nos Augustos Mistérios da Maçonaria.
Porém, a presença da Maçonaria nas obras do Shakespeare não deixa de ser importante, pois acusa a relevância social que a Maçonaria, no auge de sua transformação Operativa-Especulativa, experimentava entre o final do Século XVI e o início do século XVII, na velha Inglaterra.

O prestígio da Maçonaria já era tal naquela época, unindo pedreiros, intelectuais, burgueses e nobres, todos como Irmãos, que talvez o próprio Shakespeare tenha se perguntado: 

“Ser ou não ser maçom? Eis a questão!” 

4 comentários sobre “SHAKESPEARE & MAÇONARIA

  1. Saudações minhas.
    E os boatos de que o Imperator Rosacruz Francis Bacon seria o próprio Shakespeare? usando como muitos outros esse nome como pseudônimo.
    Abraços, e obrigado por repartir esse conhecimento.

  2. Sou apaixonada pelas obras de Shaskespeare.

  3. vivo com suas obras ..SHAKESPEARE

  4. Ir.’. Ismail,

    creio que o difícil mesmo seja comprovar de forma convicta e definitiva que W.Shakespeare fora de fato o autor das obras que lhe são atribuídas. Vários estudos sustentam a hipótese, de que um simples filho de um luveiro, nascido numa cidade pequena, tenha conhecimento tão elevado e sem a formação que era apenas oferecida a um nobre (na sua época). Agora, nos resta também a dúvida de que o mesmo fizera parte da nossa Sublime Ordem.
    ps. Como sugestão, recomendo o filme: Anonymous, do diretor Holland Emmerich, que contesta a autoria das obras de Shakespeare. Embora seja também ficcional e não apresente prova contrária ao autor, o filme possui um argumento muito interessante.

    T.’.F.’.A.’.

    Kennyo Ismail – Algo similar à minha surpresa quando descobri que um chapa (daqueles que carregam e descarregam caminhões) da minha cidade natal era o vencedor de meia dúzia de prêmios literários. No entanto, creio que esse não era o caso de W. Shakespeare. Seu pai não era um simples luveiro. Era um comerciante bem sucedido e político, casado com a filha de um homem rico. William recebeu a melhor educação possível na época até seus 15 ou 16 anos, quando os negócios da família entraram em crise. Posteriormente, William casou-se com uma mulher rica e mais velha, envolvimento que dificilmente aconteceria se ele não apresentasse uma cultura elevada para compensar a diferença de idade e de bens. De qualquer forma, sendo Shakespeare real, pseudônimo ou testa de ferro de alguém, quem escreveu alguns desses textos deixou curiosas e discretas menções à Maçonaria.

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